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Conjunto de países, incluindo Portugal, apela à integração do Líbano no cessar-fogo
Num comunicado conjunto, os ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Austrália, Bélgica, Croácia, Chipre, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Islândia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Reino Unido, Eslovénia e Suécia, apelaram a que o Líbano seja incluído no cessar-fogo no Médio Oriente.
Para os chefes da diplomacia destes 17 países a continuidade da guerra no Líbano está a minar a atual desescalada regional. Nesse sentido, instam todas as partes beligerantes a trabalharem em prol de uma solução política duradoura e apelam a Israel e ao Líbano para que aproveitem a oportunidade de negociações diretas, nos Estados Unidos.
"Ao mesmo tempo condenamos veementemente os ataques maciços de Israel contra o Líbano a 8 de abril, que, segundo as últimas informações das autoridades libanesas, mataram mais de 350 pessoas e feriram mais de 1.000", lê-se ainda no comunicado conjunto.
Estes 17 países condenam também "os ataques contra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano e reafirmam a necessidade imperativa de garantir a segurança e a proteção do pessoal de manutenção da paz das Nações Unidas em todos os momentos".
Também os "ataques do Hezbollah contra Israel são condenados com a mesma veemência neste comunicado conjunto".
Os 17 ministros dos Negócios Estrangeiros reafirmam, por isso, "a importância do respeito à integridade territorial e da soberania do Líbano e da plena implementação da resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas".
"Ao mesmo tempo condenamos veementemente os ataques maciços de Israel contra o Líbano a 8 de abril, que, segundo as últimas informações das autoridades libanesas, mataram mais de 350 pessoas e feriram mais de 1.000", lê-se ainda no comunicado conjunto.
Estes 17 países condenam também "os ataques contra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano e reafirmam a necessidade imperativa de garantir a segurança e a proteção do pessoal de manutenção da paz das Nações Unidas em todos os momentos".
Também os "ataques do Hezbollah contra Israel são condenados com a mesma veemência neste comunicado conjunto".
Os 17 ministros dos Negócios Estrangeiros reafirmam, por isso, "a importância do respeito à integridade territorial e da soberania do Líbano e da plena implementação da resolução 1701 (2006) do Conselho de Segurança das Nações Unidas".