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Coordenadora humanitária da ONU para os territórios palestinianos vê autorização de residência revogada pelo Governo israelita
O ministro israelita dos Negócios Estrangeiros anunciou que o visto de Lynn Hastings será revogado. Eli Cohen justifica esta decisão com o que diz ser a recusa, por parte da responsável das Nações Unidas, em condenar as ações do Hamas.
"Alguém que não condenou o Hamas pelo massacre brutal de 1.200 israelitas, pelo rapto de bebés e idosos e pelos atos horrendos de abuso e violação e por usarem residentes de Gaza como escudos humanos, condenando ao invés Israel, um país democrático que protege os seus cidadãos, não pode trabalhar na ONU e não pode entrar em Israel", escreveu Cohen na rede social X.
We will no longer be silent in the face of the bias of the UN!
— אלי כהן | Eli Cohen (@elicoh1) December 5, 2023
I decided to revoke the residence visa to Israel of the UN "humanitarian" coordinator Lynn Hastings.
Someone who did not condemn Hamas for the brutal massacre of 1,200 Israelis, for the kidnapping of babies and the…
Lynn Hastings tem sido uma das vozes mais críticas da contraofensiva israelita em Gaza. Na segunda-feira, em comunicado com a chancela da coordenadora humanitária das Nações Unidas, lia-se: "As condições requeridas para fazer chegar ajuda ao povo de Gaza não existem. Se possível, está prestes a desenrolar-se um cenário ainda mais infernal, em que as operações humanitárias podem não ser capazes de responder".