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Críticas ao pacote laboral no discurso de Alfredo Maia, do PCP
O deputado comunista deixou elogios aos “resistentes anti-fascistas” dos vários quadrantes políticos e lembrou os anos de “tenebrosa noite”, referindo-se à ditadura.
No início da intervenção, leu os nomes de várias figuras que morreram na luta contra o fascismo. “Muitos perderam a vida a lutar pela liberdade”, vincou, lembrando ainda a tortura da polícia política, a “vigilância e devassa” e o envio de jovens para “uma guerra sem sentido”, em referência à guerra colonial. Alfredo Maia lembrou ainda as tentativas de golpe, ataques violentos contra sedes de partidos de esquerda e sindicatos levados a cabo pelo ELP, MDLP e “outras organizações de extrema-direita entre maio de 1975 e abril de 1977”.
“Até ao último minuto tentaram tudo. Não conseguiram impedir a aprovação da constituição mais democrática da Europa”, afirmou.
O deputado comunista faz a ligação com a atualidade, considerando que as últimas décadas em liberdade têm sido também de luta contra os retrocessos.
“É nesse trajeto de retrocesso que se insere o pacote laboral com que o patronato, o Governo e a direita que o servem pretendem esmagar os direitos dos trabalhadores e impor ainda mais exploração e injustiça”, apontou.
No início da intervenção, leu os nomes de várias figuras que morreram na luta contra o fascismo. “Muitos perderam a vida a lutar pela liberdade”, vincou, lembrando ainda a tortura da polícia política, a “vigilância e devassa” e o envio de jovens para “uma guerra sem sentido”, em referência à guerra colonial. Alfredo Maia lembrou ainda as tentativas de golpe, ataques violentos contra sedes de partidos de esquerda e sindicatos levados a cabo pelo ELP, MDLP e “outras organizações de extrema-direita entre maio de 1975 e abril de 1977”.
“Até ao último minuto tentaram tudo. Não conseguiram impedir a aprovação da constituição mais democrática da Europa”, afirmou.
O deputado comunista faz a ligação com a atualidade, considerando que as últimas décadas em liberdade têm sido também de luta contra os retrocessos.
“É nesse trajeto de retrocesso que se insere o pacote laboral com que o patronato, o Governo e a direita que o servem pretendem esmagar os direitos dos trabalhadores e impor ainda mais exploração e injustiça”, apontou.