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Deputado único do BE, Fabian Figueiredo, pergunta para quando a demissão do ministro da Educação
Com um rol de críticas à governação nesta sessão legislativa, o bloquista concentrou-se nos últimos casos que estão a afetar o desempenho do executivo.
“Há um recorde que ninguém lhe tira: é o primeiro-ministro que assistiu a mais jogos nos mundiais desde que há registo”, ironizou Fabian Figueiredo, do Bloco. “Mesmo no meio de um estado de aleta de uma onda de calor perigosíssima, mesmo com os incêndios de Vouzela a serem vistos do espaço”.
Na próxima campanha não vão pôr cartazes a dizer ‘deixem o Luís trabalhar’, vão pôr cartazes a dizer ‘deixem o Luís viajar’”, prosseguiu no tom irónico o deputado bloquista, concluindo a ideia com um “infelizmente os problemas do país não embarcam consigo, ficam cá”.
Fabian Figueiredo falou depois dos exames nacionais, que classificou de “caos olímpico” no Ministério da Educação. Neste ponto deixou duas questões: quando é que vai pedir desculpa aos portugueses e quando é que vai demitir Fernando Alexandre, o ministro da Educação.
Pediu depois a viabilização da comissão de inquérito parlamentar pedida pelo Bloco de Esquerda e que a ordem aos deputados venha do próprio primeiro-ministro e a isenção do pagamento de 25 euros para o pedido de reavaliação das provas.
Sobre a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, falando de menos consultas e menos cirurgias e “mais caos nas urgências”, o bloquista considera-a o verdadeiro amuleto para o negócio privado da saúde.
Lembrou depois que a ministra da Saúde “prometeu ao país um plano de emergência e transformação. A emergência ficou, a transformação é que ninguém viu”.
Na próxima campanha não vão pôr cartazes a dizer ‘deixem o Luís trabalhar’, vão pôr cartazes a dizer ‘deixem o Luís viajar’”, prosseguiu no tom irónico o deputado bloquista, concluindo a ideia com um “infelizmente os problemas do país não embarcam consigo, ficam cá”.
Fabian Figueiredo falou depois dos exames nacionais, que classificou de “caos olímpico” no Ministério da Educação. Neste ponto deixou duas questões: quando é que vai pedir desculpa aos portugueses e quando é que vai demitir Fernando Alexandre, o ministro da Educação.
Pediu depois a viabilização da comissão de inquérito parlamentar pedida pelo Bloco de Esquerda e que a ordem aos deputados venha do próprio primeiro-ministro e a isenção do pagamento de 25 euros para o pedido de reavaliação das provas.
Sobre a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, falando de menos consultas e menos cirurgias e “mais caos nas urgências”, o bloquista considera-a o verdadeiro amuleto para o negócio privado da saúde.
Lembrou depois que a ministra da Saúde “prometeu ao país um plano de emergência e transformação. A emergência ficou, a transformação é que ninguém viu”.