Especiais
Dirigentes da oposição apelam à ajuda internacional
Os dirigentes da oposição venezuelana Maria Corina Machado e Edmundo González pediram hoje apoio à comunidade internacional.
Numa mensagem difundida através das redes sociais, Corina Machado, que vive no exílio, apelou à solidariedade e à mobilização da comunidade internacional.
Na mesma mensagem, a dirigente da oposição e Prémio Nobel da Paz transmitiu "força e fé"" aos "milhares de venezuelanos que estão nas ruas de Caracas, Vargas, Aragua, Carabobo, Yaracuy e Lara", entre outros estados da Venezuela.
Corona Machado pediu ainda à população para se manter "muito atenta" às redes sociais para que a "comunidade internacional" saiba como canalizar o apoio da forma mais eficaz".
Edmundo González - andidato na eleição presidencial de 2024 -disse que, neste momento, há "pouca informação sobre as consequências dos sismos" mas que a Venezuela vai precisar de apoio internacional.
Para o dirigente da oposição, o país vai precisar de ajuda porque, disse, o próprio Estado venezuelano abandonou a população.
González criticou a falta de informação por parte das autoridades.
"O que se sabe vem graças aos jornalistas que estão no local, usando os próprios telefones e dados móveis, impulsionados pela determinação de relatar o que estão a ver", disse.
Numa mensagem difundida através das redes sociais, Corina Machado, que vive no exílio, apelou à solidariedade e à mobilização da comunidade internacional.
Na mesma mensagem, a dirigente da oposição e Prémio Nobel da Paz transmitiu "força e fé"" aos "milhares de venezuelanos que estão nas ruas de Caracas, Vargas, Aragua, Carabobo, Yaracuy e Lara", entre outros estados da Venezuela.
A los miles de venezolanos que a esta hora están en las calles de Caracas, Vargas, Aragua, Carabobo, Yaracuy, Lara y más estados de nuestro país, forzados a dejarlo todo por el colapso o los daños estructurales de sus viviendas: les mandamos toda nuestra fuerza, fe y oraciones.…
— María Corina Machado (@MariaCorinaYA) June 25, 2026
Corona Machado pediu ainda à população para se manter "muito atenta" às redes sociais para que a "comunidade internacional" saiba como canalizar o apoio da forma mais eficaz".
Edmundo González - andidato na eleição presidencial de 2024 -disse que, neste momento, há "pouca informação sobre as consequências dos sismos" mas que a Venezuela vai precisar de apoio internacional.
Para o dirigente da oposição, o país vai precisar de ajuda porque, disse, o próprio Estado venezuelano abandonou a população.
González criticou a falta de informação por parte das autoridades.
"O que se sabe vem graças aos jornalistas que estão no local, usando os próprios telefones e dados móveis, impulsionados pela determinação de relatar o que estão a ver", disse.