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Donald Trump. Prazo de terça-feira para Irão fechar acordo é final
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na segunda-feira que o prazo de terça-feira que estabeleceu para o Irão fechar um acordo é definitivo, acrescentando que a proposta de cessar-fogo apresentada pelos países mediadores,era um "passo muito importante", mas não o suficiente para a apoiar neste momento.
"Ainda não é suficiente, mas é um passo muito significativo", disse o presidente norte-americano durante uma conferência de imprensa à margem de uma cerimónia de Páscoa na Casa Branca.
A Administração Trump já tinha confirmado que os países mediadores propuseram um cessar-fogo de 45 dias no Irão, acrescentando que Donald Trump não tinha endossado a ideia. A Casa Branca já tinha confirmado que os países mediadores propuseram um cessar-fogo de 45 dias no Irão, acrescentando que Donald Trump não tinha endossado a ideia."a proposta do Irão é significativa, mas não o suficiente".
"Ainda não é suficiente, mas é um passo muito significativo", disse o presidente norte-americano durante uma conferência de imprensa à margem de uma cerimónia de Páscoa na Casa Branca.
A Administração Trump já tinha confirmado que os países mediadores propuseram um cessar-fogo de 45 dias no Irão, acrescentando que Donald Trump não tinha endossado a ideia. A Casa Branca já tinha confirmado que os países mediadores propuseram um cessar-fogo de 45 dias no Irão, acrescentando que Donald Trump não tinha endossado a ideia."a proposta do Irão é significativa, mas não o suficiente".
Repetindo argumentos já avançados, Trump referiu que "a guerra poderia terminar muito rapidamente se fizessem o que têm de fazer". "Podíamos sair agora mesmo, mas quero terminar isto. Espero que acabe depressa", acrescentou.
Respondendo aos jornalistas ao lado de um Coelho da Páscoa gigante, durante a Caça aos Ovos com que a Casa Branca assinala tradicionalmente as celebrações pascais, o presidente norte-americano repetiu que "a guerra resume-se a uma coisa: o Irão não pode ter armas nucleares".
"Se pudesse escolher, ficava com o petróleo. Infelizmente, o povo americano quer ver-nos regressar a casa", adiantou ainda, reconhecendo a pressão interna para acabar com o conflito.
"As pessoas com quem os EUA estão a negociar são razoáveis e não tão radicalizadas", referiu também, apesar da rejeição da proposta norte-americana, momentos antes, por parte de Teerão.