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Estreito de Ormuz: Tráfego marítimo caiu a pique
O tráfego no Estreito de Ormuz diminuiu consideravelmente desde quarta-feira, particularmente na rota marítima omanita apoiada pela ONU, após ataques a vários navios no início da semana e o retomar da troca de ataques aéreos entre o Irão e os Estados Unidos, disseram analistas.
O tráfego nesta via navegável estratégica tinha atingido o seu nível mais elevado desde o início da guerra, após o acordo de cessar-fogo assinado entre Teerão e Washington em meados de Junho, embora se mantivesse limitado a cerca de um terço do volume habitual em tempo de paz.
Mas esta recuperação parece estar agora a vacilar: apenas seis petroleiros carregados com matérias-primas transitaram pelo estreito até às 14h30 GMT de quinta-feira, em comparação com os 21 de quarta-feira, segundo dados da Kpler.
O único dia com menor tráfego desde a trégua entre as duas partes foi 28 de junho, com 19 travessias, um dia depois de um petroleiro ter sido atacado ao largo da costa de Omã.
O tráfego nesta via navegável estratégica tinha atingido o seu nível mais elevado desde o início da guerra, após o acordo de cessar-fogo assinado entre Teerão e Washington em meados de Junho, embora se mantivesse limitado a cerca de um terço do volume habitual em tempo de paz.
Mas esta recuperação parece estar agora a vacilar: apenas seis petroleiros carregados com matérias-primas transitaram pelo estreito até às 14h30 GMT de quinta-feira, em comparação com os 21 de quarta-feira, segundo dados da Kpler.
O único dia com menor tráfego desde a trégua entre as duas partes foi 28 de junho, com 19 travessias, um dia depois de um petroleiro ter sido atacado ao largo da costa de Omã.