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EUA "exigem demasiado" sobre Ormuz diz imprensa iraniana
O Estreito de Ormuz continua a ser um dos principais pontos de "séria discordância" nas negociações entre as delegações iraniana e norte-americana em Islamabad, informou no sábado a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim.
As consultas continuam, apesar do que descreveu como exigências excessivas dos EUA, enquanto o Irão insiste em preservar os seus ganhos militares.
"Os Estados Unidos formulam exigências excessivas relativamente ao estreito", bem como "exigências inaceitáveis sobre várias outras questões", segundo a agência Fars.
Uma notícia avançada pelo Financial Times apontou que Teerão alegadamente rejeitou uma proposta de Washington para uma gestão conjunta do estreito de Ormuz, uma informação que está a ser divulgada pela agência iraniana IRNA.
Já a agência de notícias Tasmin escreve que "a delegação americana impediu o avanço das negociações com as suas habituais exigências excessivas", acrescentando que a questão do estreito de Ormuz "é um dos temas que suscita fortes divergências".
"A questão do estreito de Ormuz é um dos pontos que suscita sérias divergências", escreveu ainda a Tasnim.
Estas comunicações surgem depois de fontes diplomáticas iranianas terem afirmado que "ambos os lados estão otimistas quanto ao resultado das conversas", segundo a agência de notícias espanhola EFE.
Uma notícia avançada pelo Financial Times apontou que Teerão alegadamente rejeitou uma proposta de Washington para uma gestão conjunta do estreito de Ormuz, uma informação que está a ser divulgada pela agência iraniana IRNA.
Já a agência de notícias Tasmin escreve que "a delegação americana impediu o avanço das negociações com as suas habituais exigências excessivas", acrescentando que a questão do estreito de Ormuz "é um dos temas que suscita fortes divergências".
"A questão do estreito de Ormuz é um dos pontos que suscita sérias divergências", escreveu ainda a Tasnim.
Estas comunicações surgem depois de fontes diplomáticas iranianas terem afirmado que "ambos os lados estão otimistas quanto ao resultado das conversas", segundo a agência de notícias espanhola EFE.
com Lusa