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França considera que ataques israelitas no Líbano são "intoleráveis"
Os ataques israelitas ao Líbano são "intoleráveis", declarou o ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, à rádio France Inter esta quinta-feira, sublinhando que a França se solidariza totalmente com o Líbano no dia de luto nacional.
“Condenamos veementemente estes ataques maciços que, em dez minutos, mataram mais de 250 pessoas, somando-se às 1.500 vítimas deste conflito iniciado pelo Hezbollah contra Israel a 2 de março”, disse. “E estes ataques são ainda mais intoleráveis, pois minam o cessar-fogo temporário acordado ontem entre os Estados Unidos e o Irão”, acrescentou.
“Sim, o Irão deve parar de aterrorizar Israel através do Hezbollah, que deve ser desarmado e entregar as suas armas ao Estado libanês. Mas não, o Líbano não deve ser o bode expiatório de um governo descontente simplesmente porque foi alcançado um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão”, afirmou ainda.
“Hoje é um dia de luto nacional no Líbano, e unimo-nos integralmente a este luto”, acrescentou o ministro.
Reiterou ainda que a França, assim como muitos países europeus, exige que o Líbano seja incluído na trégua entre os Estados Unidos, Israel e o Irão.
“Condenamos veementemente estes ataques maciços que, em dez minutos, mataram mais de 250 pessoas, somando-se às 1.500 vítimas deste conflito iniciado pelo Hezbollah contra Israel a 2 de março”, disse. “E estes ataques são ainda mais intoleráveis, pois minam o cessar-fogo temporário acordado ontem entre os Estados Unidos e o Irão”, acrescentou.
“Sim, o Irão deve parar de aterrorizar Israel através do Hezbollah, que deve ser desarmado e entregar as suas armas ao Estado libanês. Mas não, o Líbano não deve ser o bode expiatório de um governo descontente simplesmente porque foi alcançado um cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão”, afirmou ainda.
“Hoje é um dia de luto nacional no Líbano, e unimo-nos integralmente a este luto”, acrescentou o ministro.
Reiterou ainda que a França, assim como muitos países europeus, exige que o Líbano seja incluído na trégua entre os Estados Unidos, Israel e o Irão.