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G7. "Absoluta necessidade" de liberdade de navegação no Estreito de Ormuz
Os ministros dos Negócios Estrangeiros do G7 sublinharam em comunicado, “a absoluta necessidade de restaurar permanentemente a liberdade de navegação segura e sem portagens no Estreito de Ormuz”, enquanto o Irão continua a bloquear esta importante via marítima.
“Realçamos a importância de minimizar o impacto do conflito nos parceiros regionais e nas populações civis, nas infraestruturas críticas e na necessidade de coordenar os esforços de ajuda humanitária”, refere o texto.
“Focámo-nos no valor de parcerias diversificadas, coordenação e iniciativas de apoio, incluindo para mitigar choques económicos globais, como interrupções nas cadeias de abastecimento económicas, energéticas, de fertilizantes e comerciais, que têm impactos diretos nos nossos cidadãos”, referiu.
No comunicado divulgado após uma reunião em França, os ministros dos Negócios Estrangeiros do G7 apelaram ainda “à cessação imediata dos ataques contra civis e infraestruturas civis”.
Os aliados manifestaram disponibilidade para contribuir com os esforços para garantir que o Estreito se mantém aberto, mas mantiveram a exigência de que haja primeiro uma desescalada.
O Irão terá procurado aprovar legislação para impor portagens às embarcações que transitam pela via navegável.
“Realçamos a importância de minimizar o impacto do conflito nos parceiros regionais e nas populações civis, nas infraestruturas críticas e na necessidade de coordenar os esforços de ajuda humanitária”, refere o texto.
“Focámo-nos no valor de parcerias diversificadas, coordenação e iniciativas de apoio, incluindo para mitigar choques económicos globais, como interrupções nas cadeias de abastecimento económicas, energéticas, de fertilizantes e comerciais, que têm impactos diretos nos nossos cidadãos”, referiu.
No comunicado divulgado após uma reunião em França, os ministros dos Negócios Estrangeiros do G7 apelaram ainda “à cessação imediata dos ataques contra civis e infraestruturas civis”.
Os aliados manifestaram disponibilidade para contribuir com os esforços para garantir que o Estreito se mantém aberto, mas mantiveram a exigência de que haja primeiro uma desescalada.
O Irão terá procurado aprovar legislação para impor portagens às embarcações que transitam pela via navegável.