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"Governo está absolutamente confiante". Eventual decisão de Seguro "não belisca em nada" as relações "cordiais" entre São Bento e Belém
Em resposta à RTP Antena1, sobre a posição do presidente da República durante a campanha eleitoral, de que só aprovaria a reforma se houvesse acordo em sede de Concertação Social, e se não será uma perda de tempo apresentar a proposta ao parlamento, a ministra do Trabalho sublinhou que "o senhor presidente da República terá de tomar as suas decisões (...) perante o texto que lhe chegar".
Acrescentou que o processo "está a meio caminho" e a reforma poderá ainda sofrer mais alterações durante o debate parlamentar.
"O governo está absolutamente confiante, isso não belisca em nada as relações institucionais muito cordiais que tem com o senhor presidente da República", declarou ainda.
Acrescentou que o processo "está a meio caminho" e a reforma poderá ainda sofrer mais alterações durante o debate parlamentar.
"O governo está absolutamente confiante, isso não belisca em nada as relações institucionais muito cordiais que tem com o senhor presidente da República", declarou ainda.