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Grupo pró-Irão promete cessar ataques à embaixada dos EUA no Iraque
Um influente grupo armado iraquiano pró-Irão, as Brigadas Hezbollah, prometeu na manhã desta quinta-feira cessar os ataques contra a embaixada dos EUA em Bagdad durante cinco dias, mediante o cumprimento de uma série de condições.
Durante a noite de quarta para quinta-feira, a AFP não registou ataques com drones ou rockets contra a embaixada dos EUA em Bagdad.
No entanto, na quinta-feira de manhã, as Forças de Mobilização Popular (FMP), uma aliança de ex-paramilitares, incluindo grupos pró-Irão, alegaram que dois dos seus combatentes foram mortos em dois ataques distintos contra as suas posições no norte do Iraque.
Com a guerra no Médio Oriente, desencadeada a 28 de fevereiro por um ataque israelo-americano ao Irão, o Iraque foi arrastado para um conflito que desejava evitar a todo o custo.
Os grupos iraquianos pró-Irão reivindicam diariamente a autoria de ataques contra militares norte-americanos ou instalações petrolíferas, enquanto estas fações armadas são alvos de ataques atribuídos a Washington ou Israel.
"O Secretário-Geral das Brigadas Hezbollah ordenou um cessar-fogo de cinco dias contra a embaixada norte-americana em Bagdad", segundo um comunicado divulgado na quinta-feira de manhã.
O comunicado, no entanto, cita várias condições: primeiro, "impedir que a entidade sionista (Israel) bombardeie os subúrbios do sul de Beirute".
Mas também um compromisso dos adversários — que não são nomeados — "de não bombardear zonas residenciais em Bagdad ou nas províncias iraquianas".
Caso "o inimigo não respeite" esta trégua, "a resposta será imediata", adverte o grupo, mencionando "uma escalada dos ataques após o término do período de cinco dias".
A embaixada dos EUA tem sido alvo frequente de ataques com drones e rockets nos últimos dias, a maioria dos quais foram intercetados pelas defesas aéreas.
Da mesma forma, um centro diplomático e logístico dos EUA no Aeroporto Internacional de Bagdad, que alberga militares, é alvo de ataques regularmente.
Durante a noite de quarta para quinta-feira, a AFP não registou ataques com drones ou rockets contra a embaixada dos EUA em Bagdad.
No entanto, na quinta-feira de manhã, as Forças de Mobilização Popular (FMP), uma aliança de ex-paramilitares, incluindo grupos pró-Irão, alegaram que dois dos seus combatentes foram mortos em dois ataques distintos contra as suas posições no norte do Iraque.
Com a guerra no Médio Oriente, desencadeada a 28 de fevereiro por um ataque israelo-americano ao Irão, o Iraque foi arrastado para um conflito que desejava evitar a todo o custo.
Os grupos iraquianos pró-Irão reivindicam diariamente a autoria de ataques contra militares norte-americanos ou instalações petrolíferas, enquanto estas fações armadas são alvos de ataques atribuídos a Washington ou Israel.
"O Secretário-Geral das Brigadas Hezbollah ordenou um cessar-fogo de cinco dias contra a embaixada norte-americana em Bagdad", segundo um comunicado divulgado na quinta-feira de manhã.
O comunicado, no entanto, cita várias condições: primeiro, "impedir que a entidade sionista (Israel) bombardeie os subúrbios do sul de Beirute".
Mas também um compromisso dos adversários — que não são nomeados — "de não bombardear zonas residenciais em Bagdad ou nas províncias iraquianas".
Caso "o inimigo não respeite" esta trégua, "a resposta será imediata", adverte o grupo, mencionando "uma escalada dos ataques após o término do período de cinco dias".
A embaixada dos EUA tem sido alvo frequente de ataques com drones e rockets nos últimos dias, a maioria dos quais foram intercetados pelas defesas aéreas.
Da mesma forma, um centro diplomático e logístico dos EUA no Aeroporto Internacional de Bagdad, que alberga militares, é alvo de ataques regularmente.