Especiais
Hezbollah critica negociações diretas entre Líbano e Israel
O movimento libanês pró-iraniano Hezbollah reafirmou hoje que é contra as negociações diretas entre o Líbano e Israel, cujo primeiro encontro está marcado para terça-feira em Washington.
Várias centenas de pessoas manifestaram-se hoje em Beirute, em frente à sede do governo, em apoio ao Hezbollah e para protestar contra estas negociações com Israel. Os manifestantes agitavam bandeiras amarelas do partido e bandeiras iranianas, segundo a agência France-Presse (AFP).
Oula Hammoud, natural do sul, rejeita qualquer normalização com Israel e quer que o primeiro-ministro Nawaf Salam "saia do país", disse à AFP. "Desde o início da guerra até agora, só os heróis nos defenderam", acrescenta.
Esta manifestação é uma mensagem de que o Líbano "não será israelita", acrescenta Ruqaya Msheik, outra manifestante.
"Quem quer a paz com Israel não é libanês; aqueles que apertam a mão do inimigo (...) são sionistas", critica.
O Hezbollah e o seu aliado, o movimento Amal, apelaram hoje, num comunicado conjunto, aos seus simpatizantes para que evitassem manifestar-se "nesta fase delicada", invocando os interesses da "estabilidade, da preservação da paz civil e da necessidade de evitar qualquer divisão que o inimigo israelita procure provocar".
Várias centenas de pessoas manifestaram-se hoje em Beirute, em frente à sede do governo, em apoio ao Hezbollah e para protestar contra estas negociações com Israel. Os manifestantes agitavam bandeiras amarelas do partido e bandeiras iranianas, segundo a agência France-Presse (AFP).
Oula Hammoud, natural do sul, rejeita qualquer normalização com Israel e quer que o primeiro-ministro Nawaf Salam "saia do país", disse à AFP. "Desde o início da guerra até agora, só os heróis nos defenderam", acrescenta.
Esta manifestação é uma mensagem de que o Líbano "não será israelita", acrescenta Ruqaya Msheik, outra manifestante.
"Quem quer a paz com Israel não é libanês; aqueles que apertam a mão do inimigo (...) são sionistas", critica.
O Hezbollah e o seu aliado, o movimento Amal, apelaram hoje, num comunicado conjunto, aos seus simpatizantes para que evitassem manifestar-se "nesta fase delicada", invocando os interesses da "estabilidade, da preservação da paz civil e da necessidade de evitar qualquer divisão que o inimigo israelita procure provocar".