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Hezbollah lança 25 foguetes contra Israel após negociações com Líbano
O grupo armado xiita Hezbollah disparou hoje aproximadamente 25 foguetes contra Israel, após a primeira reunião entre representantes dos governos libanês e israelita em Washington, na quarta-feira, para discutir um cessar-fogo.
Os militares informaram que cerca de metade dos projéteis foram intercetados pelo sistema de defesa aérea, enquanto o restante caiu em áreas desabitadas.
O serviço de emergência israelita Magen David Adom anunciou que o lançamento de foguetes causou pelo menos um ferimento ligeiro.
O exército israelita alertou na terça-feira, em comunicado, que era possível "um aumento dos ataques vindos do Líbano", tendo em vista o início das negociações entre os representantes do Líbano e de Israel em Washington, nas quais o Hezbollah não participou.
Minutos após o anúncio, teve início a primeira salva de foguetes, que coincidiu com o início da reunião e incluiu cerca de cinco projéteis.
Ao iniciar o encontro, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificou a reunião como uma "oportunidade histórica" e afirmou que não se trata apenas de abordar um possível cessar-fogo, mas "uma solução permanente para 20 ou 30 anos de influência do Hezbollah" na região, da qual, segundo o responsável, tanto os israelitas como os libaneses têm sido vítimas.
O serviço de emergência israelita Magen David Adom anunciou que o lançamento de foguetes causou pelo menos um ferimento ligeiro.
O exército israelita alertou na terça-feira, em comunicado, que era possível "um aumento dos ataques vindos do Líbano", tendo em vista o início das negociações entre os representantes do Líbano e de Israel em Washington, nas quais o Hezbollah não participou.
Minutos após o anúncio, teve início a primeira salva de foguetes, que coincidiu com o início da reunião e incluiu cerca de cinco projéteis.
Ao iniciar o encontro, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificou a reunião como uma "oportunidade histórica" e afirmou que não se trata apenas de abordar um possível cessar-fogo, mas "uma solução permanente para 20 ou 30 anos de influência do Hezbollah" na região, da qual, segundo o responsável, tanto os israelitas como os libaneses têm sido vítimas.