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Hezbollah nega presença na Síria após acusações de Damasco
O grupo xiita libanês Hezbollah rejeitou hoje as acusações das autoridades sírias sobre a alegada ligação a uma célula desmantelada no país, garantindo que não mantém qualquer presença ou atividade operacional na Síria.
Num comunicado citado pela televisão libanesa Al Manar, o Hezbollah negou qualquer relação com os indivíduos detidos pelas autoridades sírias, classificando as acusações como “falsas e fabricadas”.
O movimento sublinhou que “sempre afirmou que não mantém qualquer presença na Síria nem participa em qualquer atividade no país, independentemente da sua natureza”.
O Hezbollah queixou-se do que descreve como um “padrão recorrente” de associação do grupo a incidentes de segurança na Síria, apontando um alegado esforço para “distorcer a imagem da resistência”.
Segundo o grupo, as acusações visam “minar a sua função principal”, que descreveu como sendo o confronto com Israel em defesa do Líbano.
No domingo, o Ministério do Interior sírio anunciou ter frustrado um “plano de sabotagem” atribuído a uma célula ligada ao Hezbollah, alegadamente destinado a desestabilizar a região.
Num comunicado citado pela televisão libanesa Al Manar, o Hezbollah negou qualquer relação com os indivíduos detidos pelas autoridades sírias, classificando as acusações como “falsas e fabricadas”.
O movimento sublinhou que “sempre afirmou que não mantém qualquer presença na Síria nem participa em qualquer atividade no país, independentemente da sua natureza”.
O Hezbollah queixou-se do que descreve como um “padrão recorrente” de associação do grupo a incidentes de segurança na Síria, apontando um alegado esforço para “distorcer a imagem da resistência”.
Segundo o grupo, as acusações visam “minar a sua função principal”, que descreveu como sendo o confronto com Israel em defesa do Líbano.
No domingo, o Ministério do Interior sírio anunciou ter frustrado um “plano de sabotagem” atribuído a uma célula ligada ao Hezbollah, alegadamente destinado a desestabilizar a região.