Especiais
Hospitais no Líbano estão à beira do colapso, diz representante da OMS à CNN
Os hospitais de todo o Líbano têm stocks de material médico tão baixos que alguns podem ficar sem material dentro de duas semanas, disse um representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) à jornalista Becky Anderson, da CNN.
O sistema de saúde do Líbano está sob crescente pressão no meio do conflito entre Israel e o Hezbollah. Pelo menos 49 centros de cuidados de saúde primários fecharam e o número de vítimas entre os profissionais de saúde continua a aumentar, com 53 mortos e 117 feridos, segundo a OMS.
“Visitei dois hospitais que estão a atender vítimas... e ambos têm mantimentos suficientes apenas para duas semanas”, disse o Dr. Abdinasir Abubakar, representante da OMS no Líbano.
Abubakar afirmou que o impacto vai muito além das infraestruturas danificadas. A deslocação em massa obrigou muitos profissionais de saúde a fugir, deixando instalações já sobrecarregadas sem pessoal suficiente para operar.
“Temos profissionais de saúde que também são civis e que tiveram de ser evacuados. Isto significa que não temos profissionais de saúde a trabalhar nas unidades de saúde afetadas”, disse.
Apontou ainda para uma crescente crise de saúde mental entre os civis e os profissionais da linha da frente, o que aumenta a pressão sobre os serviços de emergência. “Temos também um aumento dos problemas de saúde mental entre os civis e os profissionais de saúde. Sempre que há uma emergência, a primeira coisa que afeta as pessoas é o sofrimento mental”.
O sistema de saúde do Líbano está sob crescente pressão no meio do conflito entre Israel e o Hezbollah. Pelo menos 49 centros de cuidados de saúde primários fecharam e o número de vítimas entre os profissionais de saúde continua a aumentar, com 53 mortos e 117 feridos, segundo a OMS.
“Visitei dois hospitais que estão a atender vítimas... e ambos têm mantimentos suficientes apenas para duas semanas”, disse o Dr. Abdinasir Abubakar, representante da OMS no Líbano.
Abubakar afirmou que o impacto vai muito além das infraestruturas danificadas. A deslocação em massa obrigou muitos profissionais de saúde a fugir, deixando instalações já sobrecarregadas sem pessoal suficiente para operar.
“Temos profissionais de saúde que também são civis e que tiveram de ser evacuados. Isto significa que não temos profissionais de saúde a trabalhar nas unidades de saúde afetadas”, disse.
Apontou ainda para uma crescente crise de saúde mental entre os civis e os profissionais da linha da frente, o que aumenta a pressão sobre os serviços de emergência. “Temos também um aumento dos problemas de saúde mental entre os civis e os profissionais de saúde. Sempre que há uma emergência, a primeira coisa que afeta as pessoas é o sofrimento mental”.