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Hugo Soares acusa Chega de ter tentado "brincar com as pensões à 25.ª hora"
O líder parlamentar do PSD acusou hoje o Chega de ter tentado colocar "em causa a sustentabilidade da Segurança Social" e "brincar com as pensões" à "25.ª hora", durante as negociações sobre a reforma laboral que acabou chumbada.
"O que aconteceu é muito simples: à 25.ª hora, o deputado André Ventura quis pôr em causa a sustentabilidade da Segurança Social e com o PSD ninguém brinca com as pensões dos portugueses", defendeu Hugo Soares, na primeira reação após o chumbo da reforma laboral apresentada pelo Governo, com votos contra da esquerda parlamentar e do Chega.
Durante uma intervenção de voto oral, ainda no hemiciclo, o social-democrata salientou que para a sua bancada as pensões "não são motivo de brincadeira nem de precipitações de última hora".
Hugo Soares disse ainda que "muitos falam de reformas, mas poucos são capazes de as fazer" e que o PSD "levou à sério este processo na concertação social" e no parlamento.
Numa declaração posterior, André Ventura recusou a crítica e remeteu para uma notícia de maio, indicando que já nessa altura o Chega defendia a redução da idade da reforma.
"Se isto é última hora, nós não estamos habituados a vender-nos", afirmou.
Agência Lusa
"O que aconteceu é muito simples: à 25.ª hora, o deputado André Ventura quis pôr em causa a sustentabilidade da Segurança Social e com o PSD ninguém brinca com as pensões dos portugueses", defendeu Hugo Soares, na primeira reação após o chumbo da reforma laboral apresentada pelo Governo, com votos contra da esquerda parlamentar e do Chega.
Durante uma intervenção de voto oral, ainda no hemiciclo, o social-democrata salientou que para a sua bancada as pensões "não são motivo de brincadeira nem de precipitações de última hora".
Hugo Soares disse ainda que "muitos falam de reformas, mas poucos são capazes de as fazer" e que o PSD "levou à sério este processo na concertação social" e no parlamento.
Numa declaração posterior, André Ventura recusou a crítica e remeteu para uma notícia de maio, indicando que já nessa altura o Chega defendia a redução da idade da reforma.
"Se isto é última hora, nós não estamos habituados a vender-nos", afirmou.
Agência Lusa