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Hungria fixa valor máximo nos combustíveis
O país é o segundo país da UE este valor, depois da Croácia.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciou hoje que os preços dos combustíveis terão um valor máximo a partir da meia-noite, hora local, para proteger os consumidores da subida do petróleo devido à guerra no Médio Oriente.
Lusa /
"Estamos a introduzir um preço protegido para a gasolina e para o gasóleo, acima do qual os preços de venda ao público não podem subir", disse o líder húngaro num vídeo publicado na rede social Facebook.
A Hungria foi o segundo país da União Europeia, depois da Croácia, a anunciar hoje o levantamento de um teto sobre os preços dos combustíveis.
A medida abrange particulares, agricultores, transportadores e empresários, mas será aplicada apenas aos veículos registados e licenciados na Hungria.
Viktor Orbán afirmou que o Governo também decidiu libertar as reservas estatais para garantir o abastecimento de combustíveis, na sequência do bloqueio do oleoduto Druzhba, que atravessa a Ucrânia, além do impacto nos preços causado pela guerra no Médio Oriente.
A Hungria e a Eslováquia acusam a Ucrânia de atrasar deliberadamente a reabertura deste oleoduto, que Kiev alega ter sido danificado por ataques aéreos russos no final de janeiro.
Antes, num outro vídeo, Orbán pediu à União Europeia que suspenda as sanções contra o petróleo e o gás russos face ao impacto causado pela guerra no Médio Oriente.
O líder nacionalista, um aliado próximo do Presidente russo, Vladimir Putin, critica regularmente as sanções da UE contra a Rússia, tendo já usado o seu poder de veto para garantir exceções.
A Hungria já tinha limitado os preços dos combustíveis entre novembro de 2021 e junho de 2022 para conter a subida da inflação.
A medida foi abandonada devido ao açambarcamento nos postos de combustível.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciou hoje que os preços dos combustíveis terão um valor máximo a partir da meia-noite, hora local, para proteger os consumidores da subida do petróleo devido à guerra no Médio Oriente.
Lusa /
"Estamos a introduzir um preço protegido para a gasolina e para o gasóleo, acima do qual os preços de venda ao público não podem subir", disse o líder húngaro num vídeo publicado na rede social Facebook.
A Hungria foi o segundo país da União Europeia, depois da Croácia, a anunciar hoje o levantamento de um teto sobre os preços dos combustíveis.
A medida abrange particulares, agricultores, transportadores e empresários, mas será aplicada apenas aos veículos registados e licenciados na Hungria.
Viktor Orbán afirmou que o Governo também decidiu libertar as reservas estatais para garantir o abastecimento de combustíveis, na sequência do bloqueio do oleoduto Druzhba, que atravessa a Ucrânia, além do impacto nos preços causado pela guerra no Médio Oriente.
A Hungria e a Eslováquia acusam a Ucrânia de atrasar deliberadamente a reabertura deste oleoduto, que Kiev alega ter sido danificado por ataques aéreos russos no final de janeiro.
Antes, num outro vídeo, Orbán pediu à União Europeia que suspenda as sanções contra o petróleo e o gás russos face ao impacto causado pela guerra no Médio Oriente.
O líder nacionalista, um aliado próximo do Presidente russo, Vladimir Putin, critica regularmente as sanções da UE contra a Rússia, tendo já usado o seu poder de veto para garantir exceções.
A Hungria já tinha limitado os preços dos combustíveis entre novembro de 2021 e junho de 2022 para conter a subida da inflação.
A medida foi abandonada devido ao açambarcamento nos postos de combustível.