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Incidente com Hezbollah leva Líbano e Síria a reforçar controlo fronteiriço
O presidente libanês, Joseph Aoun, e o presidente sírio, Ahmad al-Sharaa, concordaram na terça-feira em reforçar o controlo das fronteiras após um incidente, anunciou a presidência em Beirute.
Damasco denunciou disparos de artilharia do Hezbollah, um grupo pró-Irão, contra o seu território durante a noite, no meio da guerra em curso entre Israel e o movimento xiita libanês apoiado pelo Irão.
De acordo com a presidência libanesa, Joseph Aoun recebeu um telefonema do seu homólogo sírio, durante o qual os dois líderes enfatizaram a "necessidade de controlar as fronteiras e evitar qualquer escalada de segurança".
Sharah reiterou o seu apoio aos esforços do Líbano "para desarmar o Hezbollah e evitar que a região sofra as repercussões do conflito regional", afirmou a presidência síria em comunicado.
"Ambos os lados enfatizaram a importância de preservar a segurança e a estabilidade de ambos os países", segundo a mesma fonte.
Damasco denunciou disparos de artilharia do Hezbollah, um grupo pró-Irão, contra o seu território durante a noite, no meio da guerra em curso entre Israel e o movimento xiita libanês apoiado pelo Irão.
De acordo com a presidência libanesa, Joseph Aoun recebeu um telefonema do seu homólogo sírio, durante o qual os dois líderes enfatizaram a "necessidade de controlar as fronteiras e evitar qualquer escalada de segurança".
Sharah reiterou o seu apoio aos esforços do Líbano "para desarmar o Hezbollah e evitar que a região sofra as repercussões do conflito regional", afirmou a presidência síria em comunicado.
"Ambos os lados enfatizaram a importância de preservar a segurança e a estabilidade de ambos os países", segundo a mesma fonte.