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Inflação sob pressão mesmo com cessar-fogo duradouro
A inflação continuará sob pressão, mesmo com um cessar-fogo duradouro no Médio Oriente, devido ao prémio de risco energético e aos danos nas infraestruturas, conclui uma análise da Generali AM.
Numa análise da Generali AM (parte da Generali Investments), hoje divulgada, Vincent Chaigneau, responsável pela investigação, afirma que a pressão sobre a inflação reduz as expectativas de cortes de juros na Europa e condiciona a política da Reserva Federal dos EUA (Fed).
Outra das conclusões é a de que "a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e gás aumentará os custos de produção, afetando sobretudo a Europa e a Ásia pela sua dependência energética, enquanto o impacto nos EUA será mais limitado".
Devido à incerteza o investimento e o consumo serão travados, com as empresas a adiarem projetos e famílias a aumentarem a poupança, num contexto em que a inflação também é impulsionada pelos preços dos alimentos e da tecnologia, conclui a análise hoje divulgada.
Numa análise da Generali AM (parte da Generali Investments), hoje divulgada, Vincent Chaigneau, responsável pela investigação, afirma que a pressão sobre a inflação reduz as expectativas de cortes de juros na Europa e condiciona a política da Reserva Federal dos EUA (Fed).
Outra das conclusões é a de que "a incerteza sobre o fornecimento de petróleo e gás aumentará os custos de produção, afetando sobretudo a Europa e a Ásia pela sua dependência energética, enquanto o impacto nos EUA será mais limitado".
Devido à incerteza o investimento e o consumo serão travados, com as empresas a adiarem projetos e famílias a aumentarem a poupança, num contexto em que a inflação também é impulsionada pelos preços dos alimentos e da tecnologia, conclui a análise hoje divulgada.