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Irão deteve 10 pessoas por atividades de espionagem
As autoridades iranianas anunciaram esta terça-feira a detenção de 10 cidadãos estrangeiros por alegadas atividades de espionagem no nordeste do país, afirmando que alguns planeavam ataques.
A agência de inteligência da Guarda Revolucionária especificou que as detenções ocorreram na província de Khorasan Razavi, que inclui a importante cidade de Mashhad, sublinhando que estes “mercenários" foram identificados e presos pelas forças de segurança.
"Quatro deles estavam envolvidos em atividades de espionagem, recolhendo informações e identificando a localização de pontos sensíveis e infraestruturas económicas quando foram detidos", segundo a agência.
A agência de inteligência da Guarda Revolucionária disse, citada pela agência de notícias iraniana ISNA, que outros três indivíduos detidos, "liderados pelo chefe de um grupo terrorista monárquico e com apoio financeiro e mediático", estiveram por detrás de "planos para realizar operações de campo", sem fornecer mais detalhes ou identificar o suspeito.
O chefe do sistema judicial iraniano, Golamhossein Mohseni Ejei, reiterou hoje que aqueles que colaboram com os Estados Unidos e Israel terão os seus bens no país confiscados e lembrou-lhes que também estão sujeitos à pena de morte.
A agência de inteligência da Guarda Revolucionária especificou que as detenções ocorreram na província de Khorasan Razavi, que inclui a importante cidade de Mashhad, sublinhando que estes “mercenários" foram identificados e presos pelas forças de segurança.
"Quatro deles estavam envolvidos em atividades de espionagem, recolhendo informações e identificando a localização de pontos sensíveis e infraestruturas económicas quando foram detidos", segundo a agência.
A agência de inteligência da Guarda Revolucionária disse, citada pela agência de notícias iraniana ISNA, que outros três indivíduos detidos, "liderados pelo chefe de um grupo terrorista monárquico e com apoio financeiro e mediático", estiveram por detrás de "planos para realizar operações de campo", sem fornecer mais detalhes ou identificar o suspeito.
O chefe do sistema judicial iraniano, Golamhossein Mohseni Ejei, reiterou hoje que aqueles que colaboram com os Estados Unidos e Israel terão os seus bens no país confiscados e lembrou-lhes que também estão sujeitos à pena de morte.