Especiais
Irão e Myanmar marcam reunião de líderes do Sudeste Asático
Os efeitos do conflito no Irão e da crise em Myanmar marcaram hoje o arranque das reuniões de líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN na sigla em inglês).
"A atual crise no Médio Oriente e as repercussões de grande alcance, como a interrupção do fluxo de energia, rotas comerciais, fornecimento de alimentos, cadeias de abastecimento e a segurança dos nossos cidadãos, recorda-nos que acontecimentos além da nossa região podem ter efeitos imediatos e profundos na ASEAN", declarou a ministra filipina dos Negócios Estrangeiros, Theresa Lazaro, anfitriã do conclave.
A chefe da diplomacia filipina abriu os trabalhos na reunião em que participaram os homólogos da região, antes da cimeira de primeiros-ministros e presidentes do bloco, prevista para esta sexta-feira na cidade de Cebu, região central do arquipélago.
O Sudeste Asiático, fortemente dependente das importações energéticas do Médio Oriente, sofreu um grande impacto do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de um quinto do comércio mundial de crude, na sequência da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão.
As Filipinas, um dos países mais afetados, declararam em março o estado de emergência energética, como medida para enfrentarem a escassez de combustível, enquanto Tailândia, Vietname, Laos e Myanmar (antiga Birmânia) também aplicaram medidas para lidar com a situação.
A diminuição do comércio de derivados como a ureia, fertilizante essencial para a agricultura, levantou preocupações entre os países presentes devido ao impacto na segurança alimentar da região.
À margem da reunião, está igualmente previsto um encontro entre líderes políticos de Brunei, Filipinas, Indonésia e Malásia.
"A atual crise no Médio Oriente e as repercussões de grande alcance, como a interrupção do fluxo de energia, rotas comerciais, fornecimento de alimentos, cadeias de abastecimento e a segurança dos nossos cidadãos, recorda-nos que acontecimentos além da nossa região podem ter efeitos imediatos e profundos na ASEAN", declarou a ministra filipina dos Negócios Estrangeiros, Theresa Lazaro, anfitriã do conclave.
A chefe da diplomacia filipina abriu os trabalhos na reunião em que participaram os homólogos da região, antes da cimeira de primeiros-ministros e presidentes do bloco, prevista para esta sexta-feira na cidade de Cebu, região central do arquipélago.
O Sudeste Asiático, fortemente dependente das importações energéticas do Médio Oriente, sofreu um grande impacto do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de um quinto do comércio mundial de crude, na sequência da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irão.
As Filipinas, um dos países mais afetados, declararam em março o estado de emergência energética, como medida para enfrentarem a escassez de combustível, enquanto Tailândia, Vietname, Laos e Myanmar (antiga Birmânia) também aplicaram medidas para lidar com a situação.
A diminuição do comércio de derivados como a ureia, fertilizante essencial para a agricultura, levantou preocupações entre os países presentes devido ao impacto na segurança alimentar da região.
À margem da reunião, está igualmente previsto um encontro entre líderes políticos de Brunei, Filipinas, Indonésia e Malásia.