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Irão presta homenagem a Ali Khamenei
Milhares de iranianos prestaram esta quinta-feira homenagem ao antigo líder supremo Ali Khamenei, que governou o Irão durante quase quatro décadas e foi morto a 28 de fevereiro, o primeiro dia da guerra iniciada por Israel e pelos Estados Unidos.
O seu filho, Mojtaba, que lhe sucedeu no início de março, não fez qualquer aparição pública desde então. A sua presença esta quinta-feira parece improvável, dado que foi ferido num ataque aéreo, segundo as autoridades iranianas.
De acordo com imagens transmitidas pela televisão estatal, milhares de pessoas, transportando retratos do falecido e agitando bandeiras da República Islâmica, participaram em manifestações organizadas por todo o país.
Estas manifestações ocorreram em Urmia (noroeste), Gorgan (nordeste) e também em Teerão, onde os bombardeamentos cessaram após a implementação de um frágil cessar-fogo na noite de terça-feira.
A homenagem nacional começou às 9h40 (6h10 em Lisboa). A 28 de fevereiro, precisamente a esta hora, ataques aéreos mataram Ali Khamenei na sua residência em Teerão, juntamente com dezenas de oficiais e altos funcionários.
Devido à guerra, o funeral de Estado de Ali Khamenei, inicialmente anunciado, acabou por não se realizar.
O seu filho, Mojtaba, que lhe sucedeu no início de março, não fez qualquer aparição pública desde então. A sua presença esta quinta-feira parece improvável, dado que foi ferido num ataque aéreo, segundo as autoridades iranianas.
De acordo com imagens transmitidas pela televisão estatal, milhares de pessoas, transportando retratos do falecido e agitando bandeiras da República Islâmica, participaram em manifestações organizadas por todo o país.
Estas manifestações ocorreram em Urmia (noroeste), Gorgan (nordeste) e também em Teerão, onde os bombardeamentos cessaram após a implementação de um frágil cessar-fogo na noite de terça-feira.
A homenagem nacional começou às 9h40 (6h10 em Lisboa). A 28 de fevereiro, precisamente a esta hora, ataques aéreos mataram Ali Khamenei na sua residência em Teerão, juntamente com dezenas de oficiais e altos funcionários.
Devido à guerra, o funeral de Estado de Ali Khamenei, inicialmente anunciado, acabou por não se realizar.