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Iraque quer acelerar fim de coligação liderada pelos Estados Unidos
O primeiro-ministro iraquiano, Mohammad Shia al-Soudani, anuncia a intenção de acelerar o desmantelamento da coaligação internacional antijihadista encabeçada pelos Estados Unidos, cujos conselheiros militares permanecem posicionados no norte do país. A intenção é revelada em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera.
No quadro do conflito no Médio Oriente, fações armadas iraquianas pró-Irão têm reivindicado diariamente ataques com drones e rockets contra tropas norte-americanas em solo iraquiano.
A missão desta coligação esteve para terminar em setembro de 2026, com a retirada da região autónoma do Curdistão - o objetivo era abrir caminho a parcerias bilaterais de segurança com os países-membros da aliança formada em 2014 para travar o Estado Islâmico.
"Juntamente com os nossos aliados, decidimos antecipar o fim da coaligação internacional, que estava prevista para durar até setembro de 2026", declara Al-Soudani ao Corriere della Sera.
"Assim que não houver mais contingentes militares estrangeiros em solo iraquiano, será mais fácil desmantelar as fações armadas dos grupos xiitas", completa.
No quadro do conflito no Médio Oriente, fações armadas iraquianas pró-Irão têm reivindicado diariamente ataques com drones e rockets contra tropas norte-americanas em solo iraquiano.
A missão desta coligação esteve para terminar em setembro de 2026, com a retirada da região autónoma do Curdistão - o objetivo era abrir caminho a parcerias bilaterais de segurança com os países-membros da aliança formada em 2014 para travar o Estado Islâmico.
"Juntamente com os nossos aliados, decidimos antecipar o fim da coaligação internacional, que estava prevista para durar até setembro de 2026", declara Al-Soudani ao Corriere della Sera.
"Assim que não houver mais contingentes militares estrangeiros em solo iraquiano, será mais fácil desmantelar as fações armadas dos grupos xiitas", completa.