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Israel afirma que segundo jornalista morto no Líbano era membro do Hezbollah
O exército israelita afirmou esta segunda-feira que o segundo jornalista morto num ataque no fim de semana no Líbano era membro do movimento islâmico Hezbollah, apoiado pelo Irão, sem apresentar qualquer prova que sustente a alegação.
Fatima Ftouni, jornalista do canal Al-Mayadeen, ligado ao movimento xiita, o seu irmão, o operador de câmara Mohammed Ftouni, e Ali Shouaib, correspondente do canal Al-Manar, afiliado do Hezbollah, foram mortos no sábado num ataque que teve como alvo o carro em que se encontravam na região de Jezzine, no sul do Líbano.
Pouco depois, o exército israelita declarou que matou Ali Shouaib "num ataque direcionado", descrevendo-o como um "terrorista da unidade de inteligência da força al-Radwan" que operava "disfarçado de jornalista".
O exército confirmou na segunda-feira a "eliminação" de Mohammad Ftouni, "outro terrorista do braço armado do Hezbollah, que também atuava sob o disfarce de jornalista".
O exército não apresentou provas que sustentassem as suas alegações relativamente aos dois homens.
"Realçamos que o exército israelita dirige os seus ataques contra terroristas, não contra jornalistas", declarou.
Questionado pela AFP sobre a apresentação de provas, o exército respondeu: "O que temos é o que podemos confirmar".
Ali Shouaib, um veterano correspondente da Al-Manar, cobriu conflitos e a vida política no Líbano durante décadas.
No seu comunicado, o exército acrescentou ter "recebido relatos" de que "outro jornalista que estava com os terroristas" foi morto no ataque, sem adiantar mais pormenores.
Fatima Ftouni, jornalista do canal Al-Mayadeen, ligado ao movimento xiita, o seu irmão, o operador de câmara Mohammed Ftouni, e Ali Shouaib, correspondente do canal Al-Manar, afiliado do Hezbollah, foram mortos no sábado num ataque que teve como alvo o carro em que se encontravam na região de Jezzine, no sul do Líbano.
Pouco depois, o exército israelita declarou que matou Ali Shouaib "num ataque direcionado", descrevendo-o como um "terrorista da unidade de inteligência da força al-Radwan" que operava "disfarçado de jornalista".
O exército confirmou na segunda-feira a "eliminação" de Mohammad Ftouni, "outro terrorista do braço armado do Hezbollah, que também atuava sob o disfarce de jornalista".
O exército não apresentou provas que sustentassem as suas alegações relativamente aos dois homens.
"Realçamos que o exército israelita dirige os seus ataques contra terroristas, não contra jornalistas", declarou.
Questionado pela AFP sobre a apresentação de provas, o exército respondeu: "O que temos é o que podemos confirmar".
Ali Shouaib, um veterano correspondente da Al-Manar, cobriu conflitos e a vida política no Líbano durante décadas.
No seu comunicado, o exército acrescentou ter "recebido relatos" de que "outro jornalista que estava com os terroristas" foi morto no ataque, sem adiantar mais pormenores.