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Israel afirma ter atacado um laboratório universitário em Teerão ligado ao programa nuclear iraniano
O exército israelita afirmou ter atacado um centro universitário em Teerão ligado ao "programa nuclear militar" da República Islâmica.
O exército israelita "atacou um local estratégico de investigação e desenvolvimento utilizado pelo regime terrorista iraniano para desenvolver componentes de armas nucleares em Teerão", anunciou em comunicado.
"As instalações da Universidade Malek Ashtar eram utilizadas pelas indústrias militares do regime (...) e pelo programa de mísseis balísticos para desenvolver componentes e armas nucleares", declarou o exército.
"Esta universidade estava sob o controlo do Ministério da Defesa iraniano e está sujeita a sanções internacionais devido às suas atividades e esforços, realizados ao longo dos anos, para fazer avançar o programa nuclear iraniano e desenvolver mísseis balísticos", acrescentou o exército.
Este ataque é "mais um passo no esforço contínuo para reduzir a capacidade do regime iraniano de progredir na aquisição de armas nucleares", acrescentou o comunicado.
"As instalações da Universidade Malek Ashtar eram utilizadas pelas indústrias militares do regime (...) e pelo programa de mísseis balísticos para desenvolver componentes e armas nucleares", declarou o exército.
🎯STRUCK: A strategic research and development facility belonging to the Iranian military industries and the ballistic missiles array.
— Israel Defense Forces (@IDF) March 21, 2026
The ‘Malek-ashtar’ University facility was utilized by the Iranian terror regime’s military industries and ballistic missiles array to develop…
"Esta universidade estava sob o controlo do Ministério da Defesa iraniano e está sujeita a sanções internacionais devido às suas atividades e esforços, realizados ao longo dos anos, para fazer avançar o programa nuclear iraniano e desenvolver mísseis balísticos", acrescentou o exército.
Este ataque é "mais um passo no esforço contínuo para reduzir a capacidade do regime iraniano de progredir na aquisição de armas nucleares", acrescentou o comunicado.