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Israel afirma ter "eliminado" membro do Hamas
O exército israelita afirmou na quinta-feira que o correspondente da Al Jazeera em Gaza, morto no dia anterior por um ataque de drone israelita, era membro do movimento islâmico palestiniano Hamas e "atuava sob o disfarce" de jornalista.
O canal qatari condenou na quarta-feira a morte de um dos seus jornalistas, Mohammed Wishah, morto num ataque que atingiu o seu veículo na Faixa de Gaza, denunciando um "crime deliberado e premeditado com o objetivo de intimidar os jornalistas".
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) denunciou num e-mail à AFP "o assassinato" de Mohammed Wishah, que, segundo a ONG, "é o segundo jornalista morto pelo exército israelita desde o início do cessar-fogo, depois de Amal El Shamali, jornalista independente morta por um drone a 9 de março de 2026".
"O exército israelita eliminou um membro do Hamas que representava uma ameaça para as suas forças na área e que atuava sob o disfarce de jornalista" da Al Jazeera, afirmou um comunicado militar na quinta-feira.
O exército acusou Mohammed Wishah de ser "um membro-chave do quartel-general do Hamas, responsável pela produção de rockets e armas, que planeava ataques" contra os seus soldados que operavam na região.
O canal qatari condenou na quarta-feira a morte de um dos seus jornalistas, Mohammed Wishah, morto num ataque que atingiu o seu veículo na Faixa de Gaza, denunciando um "crime deliberado e premeditado com o objetivo de intimidar os jornalistas".
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) denunciou num e-mail à AFP "o assassinato" de Mohammed Wishah, que, segundo a ONG, "é o segundo jornalista morto pelo exército israelita desde o início do cessar-fogo, depois de Amal El Shamali, jornalista independente morta por um drone a 9 de março de 2026".
"O exército israelita eliminou um membro do Hamas que representava uma ameaça para as suas forças na área e que atuava sob o disfarce de jornalista" da Al Jazeera, afirmou um comunicado militar na quinta-feira.
O exército acusou Mohammed Wishah de ser "um membro-chave do quartel-general do Hamas, responsável pela produção de rockets e armas, que planeava ataques" contra os seus soldados que operavam na região.