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Israel interceta míssil iraniano em território sírio
Israel intercetou um míssil iraniano sobre território sírio, informou este domingo uma fonte do Ministério sírio do Interior à AFP.
Os jornalistas da AFP em Damasco ouviram uma forte explosão por volta do meio-dia. "A forte explosão foi provocada pela interceção de um míssil iraniano por Israel sobre a Síria", disse a fonte.
Em resposta ao ataque conjunto dos EUA e de Israel lançado no sábado contra o Irão, Teerão está a realizar ataques com mísseis contra Israel e os países do Golfo.
No sábado, destroços de mísseis caíram no sul da Síria, perto da fronteira com Israel, segundo os meios de comunicação estatais.
A Síria renovou este domingo o encerramento do seu espaço aéreo por mais 24 horas, enquanto a companhia aérea nacional síria, Syrian Air, cancelou todos os voos de e para os aeroportos de Damasco e Alepo (no norte) até novas ordens.
As baterias antiaéreas do exército sírio foram quase totalmente destruídas em ataques do exército israelita, que realizou centenas de incursões desde a queda de Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, alegando querer impedir que o seu arsenal caia nas mãos das novas autoridades islamistas.
Os jornalistas da AFP em Damasco ouviram uma forte explosão por volta do meio-dia. "A forte explosão foi provocada pela interceção de um míssil iraniano por Israel sobre a Síria", disse a fonte.
Em resposta ao ataque conjunto dos EUA e de Israel lançado no sábado contra o Irão, Teerão está a realizar ataques com mísseis contra Israel e os países do Golfo.
No sábado, destroços de mísseis caíram no sul da Síria, perto da fronteira com Israel, segundo os meios de comunicação estatais.
A Síria renovou este domingo o encerramento do seu espaço aéreo por mais 24 horas, enquanto a companhia aérea nacional síria, Syrian Air, cancelou todos os voos de e para os aeroportos de Damasco e Alepo (no norte) até novas ordens.
As baterias antiaéreas do exército sírio foram quase totalmente destruídas em ataques do exército israelita, que realizou centenas de incursões desde a queda de Bashar al-Assad, em dezembro de 2024, alegando querer impedir que o seu arsenal caia nas mãos das novas autoridades islamistas.