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Guerra no Médio Oriente. Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito

Israel reivindica morte de Ali Larijani, número um da segurança nacional do Irão

Israel reivindica morte de Ali Larijani, número um da segurança nacional do Irão

RTP /

  • A máquina de guerra israelita afirma ter eliminado, durante ataques noturnos, Ali Larijani, chefe da segurança nacional no seio do regime iraniano. A confirmar-se, será a mais alta figura da estrutura de poder da República Islâmica a morrer nos bombardeamentos israelo-americanos depois do líder supremo, Ali Khamenei;


  • Ao início da tarde, Teerão ainda não havia confirmado a morte de Larijani. Circulam informações de que este responsável estará ferido;


  • As Forças de Defesa de Israel indicaram ter também eliminado, num outro ataque, o comandante da força paramilitar iraniana Basij, Gholamreza Soleimani;


  • Nas últimas horas, foram ouvidas grandes explosões em várias zonas de Teerão e outras cidades do país, entre as quais Ahvaz, Isfahan e Shiraz;


  • Os Emirados Árabes Unidos fecharam o respetivo espaço aéreo durante a manhã, adiantando estarem a responder a "ameaças" e mísseis e drones do Irão. A medida acabou por ser levantada e a situação foi declarada "estabilizada";


  • Diferentes países do Golfo Pérsico voltaram a sofrer ataques de drones e mísseis balísticos iranianos. No Iraque, a embaixada dos Estados Unidos em Bagdade foi visada, às primeiras horas da manhã, por um destes ataques;


  • O contexto é "dramático e desafiante". As palavras são de António Costa. O presidente do Conselho Europeu mostra-se convicto de que, nos próximos dias, os líderes da UE vão aprovar medidas para travar a escalada de preços do petróleo e do gás;


  • Está a cresces a pressão internacional no sentido de uma solução diplomática para a guerra no Médio Oriente, mas o presidente norte-americano insiste no confronto. Donald Trump afianlça mesmo contar com o apoio de um antigo presidente. Todavia, não revela o nome do antecessor;


  • Espanha aprovou a libertação de até 11,5 milhões de barris de reservas de petróleo ao longo de 90 dias para compensar a escassez de oferta causada pelo encerramento parcial do Estreito de Ormuz, adiantou a ministra espanhola da Energia, Sara Aages. O anúncio vem em linha com a libertação decidida pela Agência Internacional de Energia, que irá ocorrer por fases - a primeira começa dentro de 15 dias;


  • Quatro dos 29 LOCAIS classificados como património mundial no Irão foram atingidos por ataques, segundo a UNESCO. A preservação destes sítios de valor excecional é uma obrigação desde a Convenção de Haia de 1954, sublinha a organização;


  • O Ministério dos Serviços de Informações do Irão afirma, em comunicado, ter confiscado "centenas de dispositivos Starlink enviados pelo inimigo", referindo-se a Estados Unidos e Israel, segundo a imprensa iraniana;


  • A situação no Estreito de Ormuz não pode ser considerada isoladamente, uma vez que a interrupção da navegação é o resultado da guerra imposta pela aliança israelo-americana, sustenta o ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros. Em conversa telefónica com o secretário-geral da ONU, António Guterres, Araghchi afirmou que todos os países e instituições internacionais preocupados com a paz e a segurança devem condenar Estados Unidos e Israel e exigir o “fim da sua agressão militar contra a nação iraniana”;


  • Em Portugal, a líder parlamentar do PCP anunciou que o partido agendou para dia 25 deste mês um debate com o Governo sobre "política geral", centrada na "escalada de preços em consequência da guerra no Médio Oriente nas condições de vida".
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