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"Isto não se vai resolver num dia, numa semana, num mês, dois meses, três meses"
Em Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, o presidente da República falou de "outro Portugal que foi atingido".
"Estamos num Portugal diferente do Portugal urbano-metropolitano e o presidente [da Câmara] explicou-nos como, tendo Vila de Rei 94 aldeias, 90 por cento da eletricidade já está disponível, em pouco tempo, a água também, as comunicações, isso é um problema. Mas onde há problemas a que se respondeu de forma muito solidária", fez notar o chefe de Estado."Isto explica como foi muito grave, foi muito extenso no território, foi muito intenso nos efeitos e como é um apelo a um esforço coletivo e solidário de todos e que vai demorar tempo".
"É preciso explicar, desde o início, que vai ser assim, para não se criar expectativas de que é uma coisa fácil, que se resolve num instante, não contando com o facto de que ainda é um processo que está em curso, que pode haver mais chuva, mais inundações, que pode haver mais municípios a juntar aos 59 que estão em situação de calamidade", continuo o presidente da República.
"O futuro presidente terá um papel muito importante a desempenhar, dentro de 30 dias, e o Governo com a Assembleia da República", observou. "Isto não se vai resolver num dia, numa semana, num mês, dois meses, três meses. Vai exigir mais do que isso", advertiu Marcelo, falando de "uma mensagem" da qual ficou "ciente ao vir para o terreno".
O presidente cessante deixou em seguida um apelo: "Temos, quanto a isto, que ensaiar o maior acordo possível".
"Estamos num Portugal diferente do Portugal urbano-metropolitano e o presidente [da Câmara] explicou-nos como, tendo Vila de Rei 94 aldeias, 90 por cento da eletricidade já está disponível, em pouco tempo, a água também, as comunicações, isso é um problema. Mas onde há problemas a que se respondeu de forma muito solidária", fez notar o chefe de Estado."Isto explica como foi muito grave, foi muito extenso no território, foi muito intenso nos efeitos e como é um apelo a um esforço coletivo e solidário de todos e que vai demorar tempo".
"É preciso explicar, desde o início, que vai ser assim, para não se criar expectativas de que é uma coisa fácil, que se resolve num instante, não contando com o facto de que ainda é um processo que está em curso, que pode haver mais chuva, mais inundações, que pode haver mais municípios a juntar aos 59 que estão em situação de calamidade", continuo o presidente da República.
"O futuro presidente terá um papel muito importante a desempenhar, dentro de 30 dias, e o Governo com a Assembleia da República", observou. "Isto não se vai resolver num dia, numa semana, num mês, dois meses, três meses. Vai exigir mais do que isso", advertiu Marcelo, falando de "uma mensagem" da qual ficou "ciente ao vir para o terreno".
O presidente cessante deixou em seguida um apelo: "Temos, quanto a isto, que ensaiar o maior acordo possível".