Especiais
Livre vê PTRR apenas como um "analgésico". Montenegro responde que o maior investimento é público
“O senhor primeiro-ministro demorou três meses a perceber que tinha de fazer uma omelete. Ontem apresentou uma receita de uma omelete da qual disse: ‘para dez pessoas estamos dispostos a dar dois ovos, mais os três que seriam para os municípios’. O resto é a Europa que dá ou os privados”, começou por apontar Rui Tavares.
Mas para o porta-voz do Livre, esta "receita não é aquilo que é preciso chegar às pessoas”.
Mas para o porta-voz do Livre, esta "receita não é aquilo que é preciso chegar às pessoas”.
Referindo-se ao “choque macroeconómico das tempestades”, Rui Tavares considerou que este plano mais não é do que um “analgésico” em vez de uma “omelete”.
Em resposta, Luís Montenegro explicou que estas "medidas de curto prazo" são de apoio, "de ajuda à reposição da situação, mas também com uma visão de transformação; também com uma visão de mais resiliência".
O primeiro-ministro reforçou ainda que a "maior fonte de financiamento é pública".
O primeiro-ministro reforçou ainda que a "maior fonte de financiamento é pública".