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Luís Montenegro defende ministros da Administração Interna e da Educação
Depois de considerar que André Ventura falhou nas críticas e que considera que o "governo é só o primeiro-ministro", Montenegro garante que "estivemos onde tínhamos de estar".
"Com certeza" e "plenamente" que "mantenho a confiança no ministro da Administração Interna", Luís Neves, exclamou ainda.
"No MAI, e em todos os ministros e secretários de Estado", frisou.
"Não diga, porque não é verdade, que o senhor ministro da Administração Interna ameaçou quem quer que seja e intimidou quem quer que seja", acrescentou, considerando que é o Chega quem é exímio em manobras de intimidação.
"Em matéria de ameaças e intimidações a adversários políticos, os senhores dão aulas a qualquer um. Nós não temos, nem queremos aprender com isto", acusa.
Montenegro acrescenta que o ministro da Administração Interna "não cometeu nenhuma ilegalidade", "nem prejudicou o interesse público nem previligiou o interesse particular".
"O senhor ministro da Administração Interna naturalmente, democraticamente, prestará todos os esclarecimentos e será alvo do escrutínio político e democrático que devemos de forma madura realizar", garantiu o primeiro-ministro.
"O senhor Ministro da Educação, Ciência e Inovação tem dado informação todos os dias. Nós sabemos, nós sabemos que nem tudo correu bem, mas sabemos que esta transformação digital vai trazer melhorias para a vida dos estudantes, das famílias portugueses e também para o sistema educativo e para os seus profissionais", refere ainda Montenegro, prosseguindo na defesa dos seus ministros que têm estado debaixo de fogo.
"Não há na nossa história democrática um governo, um primeiro-ministro que tenham dado tanta preferência e prioridade aos estatutos dos docentes, dos professores, para que puderem cumprir de forma concentrada na escola aquela que é a sua função", garante.
"Não há na nossa história democrática um governo, um primeiro-ministro que tenham dado tanta preferência e prioridade aos estatutos dos docentes, dos professores, para que puderem cumprir de forma concentrada na escola aquela que é a sua função", garante.
Montenegro considerou anteriormente que, para André Ventura, o estado da nação "é o estado dos órgãos de informação no dia em que o debate se realiza".
"Sem embargo da necessidade de o Governo esclarecer as suas políticas, as suas decisões e ser escrutinado pela sua ação, para si é sempre tudo, tudo muito pouco importante, porque a importância só está na notícia do momento, naquilo que é a sua preocupação do momento", criticou.
Luís Montenegro assinalou que Ventura "não falou de impostos, não falou de salários, não falou de investimento, não falou de habitação, não falou das políticas de educação como um todo, não falou da mobilidade, não falou de segurança, de justiça, de sensibilidade social, de empatia".
"Sem embargo da necessidade de o Governo esclarecer as suas políticas, as suas decisões e ser escrutinado pela sua ação, para si é sempre tudo, tudo muito pouco importante, porque a importância só está na notícia do momento, naquilo que é a sua preocupação do momento", criticou.
Luís Montenegro assinalou que Ventura "não falou de impostos, não falou de salários, não falou de investimento, não falou de habitação, não falou das políticas de educação como um todo, não falou da mobilidade, não falou de segurança, de justiça, de sensibilidade social, de empatia".