Especiais
Mais de 3,19 milhões de israelitas sem acesso a abrigos e árabes são os mais afetados
O número de israelitas sem acesso a 'bunkers' aumentou de 2,5 milhões para 3,19 milhões nos últimos seis anos, um problema que afeta sobretudo as comunidades árabes, afirmou o portal de notícias Shomrim.
O balanço publicado em 6 de janeiro pelo Controlador do Estado e Provedor de Justiça de Israel, Matanyahu Englman, mostrou que um terço da população israelita, mais de nove milhões de pessoas, continuam sem acesso a um abrigo ou 'bunker' para se refugiar de ataques, numa altura em que a guerra com o Irão causou pelo menos 14 mortos no país.
“Um terço dos residentes de Israel não está devidamente protegido contra ataques com mísseis, incluindo mais de 42.000 residentes que vivem em comunidades situadas num raio de nove quilómetros da fronteira com a Síria e o Líbano”, afirmou o provedor, citado no comunicado.
De acordo com o Shomrim, portal de notícias independente e sem fins lucrativos que analisou o documento, o último relatório deste tipo, em 2020, indicava que o número de cidadãos sem acesso a estes abrigos passou de 28% para 33%.
A rede de abrigos é significativamente deficitária entre a comunidade árabe que reside em Israel, com o rácio de abrigos a chegar a um para cada 15 mil pessoas, acrescentou o portal, citando o relatório.
Existem apenas 37 abrigos públicos nas comunidades árabes, o que representa apenas 0,3% do número total de abrigos no país, indicou o relatório .
Dos 37, oito estão encerrados.
O meio de comunicação social adiantou que, de acordo com dados de 2024 do Centro de Emergência para Autoridades Locais Árabes, cerca de 60% das autoridades árabes não dispunham de abrigos antiaéreos.
O balanço publicado em 6 de janeiro pelo Controlador do Estado e Provedor de Justiça de Israel, Matanyahu Englman, mostrou que um terço da população israelita, mais de nove milhões de pessoas, continuam sem acesso a um abrigo ou 'bunker' para se refugiar de ataques, numa altura em que a guerra com o Irão causou pelo menos 14 mortos no país.
“Um terço dos residentes de Israel não está devidamente protegido contra ataques com mísseis, incluindo mais de 42.000 residentes que vivem em comunidades situadas num raio de nove quilómetros da fronteira com a Síria e o Líbano”, afirmou o provedor, citado no comunicado.
De acordo com o Shomrim, portal de notícias independente e sem fins lucrativos que analisou o documento, o último relatório deste tipo, em 2020, indicava que o número de cidadãos sem acesso a estes abrigos passou de 28% para 33%.
A rede de abrigos é significativamente deficitária entre a comunidade árabe que reside em Israel, com o rácio de abrigos a chegar a um para cada 15 mil pessoas, acrescentou o portal, citando o relatório.
Existem apenas 37 abrigos públicos nas comunidades árabes, o que representa apenas 0,3% do número total de abrigos no país, indicou o relatório .
Dos 37, oito estão encerrados.
O meio de comunicação social adiantou que, de acordo com dados de 2024 do Centro de Emergência para Autoridades Locais Árabes, cerca de 60% das autoridades árabes não dispunham de abrigos antiaéreos.