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Marcelo agradece aos jornalistas a "paciência ao longo de dez anos" e entra no "deserto eterno"
O Presidente da República cessante agradeceu aos jornalistas a "paciência ao longo de dez anos" e recusou prestar declarações, afirmando que entrou no prometido "deserto eterno".
Marcelo Rebelo de Sousa foi abordado pela comunicação social à entrada do Palácio Nacional da Ajuda, onde foi condecorado pelo novo presidente da República, António José Seguro, com o grande-colar da Ordem da Liberdade.
À chegada, recusou prestar declarações, afirmando que já estava no prometido "deserto eterno" - expressão que utilizou em dezembro para descrever o seu futuro após cessar funções como chefe de Estado.
No fim da cerimónia, Marcelo Rebelo de Sousa acedeu a tirar uma 'selfie' com alguns jornalistas que o esperavam no exterior do palácio. "'Selfie', sim, mas sem palavrinhas", avisou.
Enquanto caminhava para o carro, repetiu que não iria dizer "nada, nada, nada, nada", remetendo-se ao silêncio, com uma exceção para agradecer aos jornalistas: "Obrigado pela vossa paciência ao longo de dez anos".
Questionado se era a última palavra, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: "Sim, é a última palavra".
À chegada, recusou prestar declarações, afirmando que já estava no prometido "deserto eterno" - expressão que utilizou em dezembro para descrever o seu futuro após cessar funções como chefe de Estado.
No fim da cerimónia, Marcelo Rebelo de Sousa acedeu a tirar uma 'selfie' com alguns jornalistas que o esperavam no exterior do palácio. "'Selfie', sim, mas sem palavrinhas", avisou.
Enquanto caminhava para o carro, repetiu que não iria dizer "nada, nada, nada, nada", remetendo-se ao silêncio, com uma exceção para agradecer aos jornalistas: "Obrigado pela vossa paciência ao longo de dez anos".
Questionado se era a última palavra, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: "Sim, é a última palavra".
C/Lusa