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Ministra do Trabalho diz que pacote laboral foi chumbado pelos que "votam em função das tendências do TikTok" ou por "afronta pessoal"
No seu discurso no congresso, a ministra do Trabalho aproveitou para condenar o chumbo do pacote laboral no Parlamento, considerando-o “fruto de mais uma coligação entre os partidos da oposição que, apesar de se sentarem em lados opostos do hemiciclo, talvez não sejam tão diferentes assim”.
“Todos conhecem as vicissitudes deste projeto, a transparência que lhe imprimimos, as dezenas de reuniões, o grau incrível de desinformação sistemática e a politização do sindicalismo nacional”, declarou Maria do Rosário Palma Ramalho.
“E todos conhecem bem os nossos adversários: uns que, por não suportarem não estar no Governo fizeram desta reforma uma afronta pessoal; e outros que votam em função da sondagem do dia e das tendências do TikTok”, criticou.
A ministra referiu ainda que “esta era de facto uma reforma essencial para aproximar Portugal da Europa em termos de competitividade da economia, de produtividade, das empresas e do valor dos salários”.
“O chumbo desta proposta de lei é uma oportunidade perdida para o nosso país”, considerou.
“Todos conhecem as vicissitudes deste projeto, a transparência que lhe imprimimos, as dezenas de reuniões, o grau incrível de desinformação sistemática e a politização do sindicalismo nacional”, declarou Maria do Rosário Palma Ramalho.
“E todos conhecem bem os nossos adversários: uns que, por não suportarem não estar no Governo fizeram desta reforma uma afronta pessoal; e outros que votam em função da sondagem do dia e das tendências do TikTok”, criticou.
A ministra referiu ainda que “esta era de facto uma reforma essencial para aproximar Portugal da Europa em termos de competitividade da economia, de produtividade, das empresas e do valor dos salários”.
“O chumbo desta proposta de lei é uma oportunidade perdida para o nosso país”, considerou.