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Momentos finais do debate
Nos minutos finais, Inês Sousa Real justifica porque os casos levantados sobre os patrimónios de Luis Montenegro e Pedro Nuno Santos são "diferentes" para o PAN, rejeitando eventuais populismos.
O caso de PNS já tinha sido "denunciado e arquivado, lembrou.
"É um mau sinal para a democracia e para a separação de poderes termos neste momento de eleições o caso ser trazido por denuncia anónima", referiu, acusando Montenegro de ser responsabilidade pela "crise" atual.
"Caberá aos portugueses darem uma resposta cabal", afirmou, afirmando-se de "consciência tranquila" pelo trabalho realizado noutras legislaturas.
Rui Tavares considerou que, como condição do apoio do Livre a um governo, "um primeiro ministro não pode ter uma empresa deste tipo, uma consultora", referindo-se à Spinumviva de Montenegro.
O líder do Livre rejeitou ainda a privatização do SNS, prometeu investimento público "sério e rigoroso" na educação e na habitação, e não ir "em aventuras" e "sermos muito cuidadosos com a execução orçamental".
Defendeu ainda no plano internacional, que o apoio à Ucrânia continue e o reconhecimento da Palestina.