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Monjardino deixa alertas: "Nação livre não deve ter medo"
Ainda falando no contexto internacional atual, o presidente das comemorações lembra os surfistas que tiveram "coragem, treino, preparação meticulosa, boa avaliação do risco" para surfar as ondas da Nazaré. E, fazendo um paralelismo, defendeu que, "nos próximos anos teremos de navegar ondas semelhantes", que "mudarão o mundo".
"Não é tempo de alimentar ilusões sobre as mudanças em curso e as suas consequências, de enterrar a cabeça na areia e negar os factos", afirma, argumentando que temos de "deixar para trás o canto de sonhos em que temos vivido", alertou o especialista.
Miguel Monjardino defende ainda que a informação foi sempre a vantagem das democracias, nomeadamente para "afastar fantasmas". Até 2030, advertiu ainda, vamos viver tempos de urgência, em que a "desordem e a insegurança" serão os "principais inimigos". Embora admita que temos "aliados", considera que "dependeremos primeiro de nós".
"Não é tempo de alimentar ilusões sobre as mudanças em curso e as suas consequências, de enterrar a cabeça na areia e negar os factos", afirma, argumentando que temos de "deixar para trás o canto de sonhos em que temos vivido", alertou o especialista.
Miguel Monjardino defende ainda que a informação foi sempre a vantagem das democracias, nomeadamente para "afastar fantasmas". Até 2030, advertiu ainda, vamos viver tempos de urgência, em que a "desordem e a insegurança" serão os "principais inimigos". Embora admita que temos "aliados", considera que "dependeremos primeiro de nós".
E acrescentou que é necessário estarmos "atentos a aliados e adversários", defende que uma "nação livre não deve ter medo".
"Deve estar prevenida e preparada. Amanhã não é longe demais".