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Montenegro abre debate com críticas ao "oportunismo político"
O primeiro-ministro começou a sua intervenção dizendo que o Governo está a cumprir o compromisso de trabalhar sempre mais para, em cada debate, o país estar melhor do que no ano anterior.
“Para prestarmos conta é útil recordar”, disse Luís Montenegro, acrescentando, numa referência ao PS, que “não tem direito ao esquecimento quem agora exige aos outros e para ontem o que ele próprio não foi capaz de fazer em oito anos”.
“E também não tem direto ao esquecimento quem criticou as políticas do passado e agora vive de alianças descaradas nesta Assembleia com os protagonistas desse passado”, referiu, agora numa referência ao Chega.
O primeiro-ministro criticou ainda o “oportunismo político desses esquecidos” e vincou que o país não vai voltar ao que era antes, “um país estagnado, avesso às reformas e capturado por agendas ideológicas”.
Na visão de Montenegro, os portugueses não querem voltar a ter um país em que “o desinvestimento era a palavra de ordem”.
“Para prestarmos conta é útil recordar”, disse Luís Montenegro, acrescentando, numa referência ao PS, que “não tem direito ao esquecimento quem agora exige aos outros e para ontem o que ele próprio não foi capaz de fazer em oito anos”.
“E também não tem direto ao esquecimento quem criticou as políticas do passado e agora vive de alianças descaradas nesta Assembleia com os protagonistas desse passado”, referiu, agora numa referência ao Chega.
O primeiro-ministro criticou ainda o “oportunismo político desses esquecidos” e vincou que o país não vai voltar ao que era antes, “um país estagnado, avesso às reformas e capturado por agendas ideológicas”.
Na visão de Montenegro, os portugueses não querem voltar a ter um país em que “o desinvestimento era a palavra de ordem”.