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Montenegro pede "espírito de concertação" para aprovar lei laboral
O primeiro-ministro arrancou o debate quinzenal dizendo que “temos de transformar Portugal” e que “foi com esta determinação que o Governo aprovou a proposta de revisão do Código do Trabalho”.
“Uma reforma crucial para aumentar a nossa competitividade, para alcançarmos mais crescimento económico, para termos mais emprego mas, sobretudo, para termos melhores salários”, enumerou.
“Ao longo dos anos, o diagnóstico repete-se: Portugal é dos Estados-membros da OCDE com mais baixa taxa de produtividade, com maior rigidez da legislação laboral e um nível elevado de desemprego jovem”, vincou Luís Montenegro.
“Uma reforma crucial para aumentar a nossa competitividade, para alcançarmos mais crescimento económico, para termos mais emprego mas, sobretudo, para termos melhores salários”, enumerou.
“Ao longo dos anos, o diagnóstico repete-se: Portugal é dos Estados-membros da OCDE com mais baixa taxa de produtividade, com maior rigidez da legislação laboral e um nível elevado de desemprego jovem”, vincou Luís Montenegro.
O chefe de Governo acrescentou que “mudar isto exige coragem e espírito de concertação”.
"Os senhores deputados decidirão de que lado querem estar: se do lado da
ambição e valorização do trabalho ou do lado do imobilismo e da
mediania", desafiou.
Montenegro disse ainda ver "muita gente falar da proposta laboral de forma desinformada e superficial".