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"Não vamos sacrificar nada"
O primeiro-ministro assegurou ainda que o Governo não vai sacrificar nada. “Nós vamos aproveitar a nossa capacidade disponível na exata medida em que for adequado, não colocando em causa o equilíbrio nem a sustentabilidade das nossas finanças”, explicou.
“Mas, obviamente, não estando limitados. Essa é que é a diferença. Nós não vamos sacrificar, não vamos é também simultaneamente estar limitados a nenhum objetivo de dívida pública”, acrescentou Luís Montenegro.
Isto porque “com a trajetória que conseguimos trazer até ao momento” podemos “financiar-nos a uma taxa de juro baixa, sem termos nenhum tipo de obrigação acrescida do ponto de vista dos objetivos de diminuição da dívida”.
Já que várias decisões do PTRR incorporam despesas únicas, o Governo tem já um entendimento junto das instituições europeias para poder promover essas despesas “sem colocar em causa os objetivos ao nível da despesa líquida primária”, acrescentou.
O Executivo exclui, assim, “qualquer possibilidade de contaminar a nossa sustentabilidade”.
“Mas, obviamente, não estando limitados. Essa é que é a diferença. Nós não vamos sacrificar, não vamos é também simultaneamente estar limitados a nenhum objetivo de dívida pública”, acrescentou Luís Montenegro.
Isto porque “com a trajetória que conseguimos trazer até ao momento” podemos “financiar-nos a uma taxa de juro baixa, sem termos nenhum tipo de obrigação acrescida do ponto de vista dos objetivos de diminuição da dívida”.
Já que várias decisões do PTRR incorporam despesas únicas, o Governo tem já um entendimento junto das instituições europeias para poder promover essas despesas “sem colocar em causa os objetivos ao nível da despesa líquida primária”, acrescentou.
O Executivo exclui, assim, “qualquer possibilidade de contaminar a nossa sustentabilidade”.