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Netanyahu ordena ocupação de mais território no sul do Líbano
O primeiro-ministro israelita afirmou ter ordenado "a expansão da zona de segurança existente" no sul do Líbano, o que levará a uma maior ocupação militar israelita do país vizinho.
"Decidi alargar ainda mais a zona de segurança existente para, finalmente, frustrar a ameaça de invasão e impedir o lançamento de mísseis antitanque na nossa fronteira", acrescentou Netanyahu, que prometeu "mudar radicalmente" a situação no norte do país, região fronteiriça com o Líbano.
Segundo o chefe do governo de Israel, o grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, ainda conserva "uma capacidade residual de lançar `rockets`".
Netanyahu indicou outras áreas ocupadas pelo exército israelita como exemplos de como "a face do Médio Oriente" e a segurança de Israel mudaram.
"Estamos a tomar a iniciativa, estamos a atacar e criámos três cinturões de segurança em território inimigo. Na Síria, desde o topo do Monte Hermon até Yarmouk. Em Gaza, em mais de metade da Faixa", referindo-se ao destacamento de tropas ao longo da Linha Amarela, medida que devia ser temporária no âmbito do acordo de cessar-fogo em vigor.
"O Irão já não é o mesmo Irão, o Hezbollah já não é o mesmo e o Hamas já não é o mesmo Hamas. Já não são exércitos terroristas que ameaçam a nossa existência; são inimigos derrotados que lutam pela sua sobrevivência", salientou Netanyahu, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.
Segundo o chefe do governo de Israel, o grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, ainda conserva "uma capacidade residual de lançar `rockets`".
Netanyahu indicou outras áreas ocupadas pelo exército israelita como exemplos de como "a face do Médio Oriente" e a segurança de Israel mudaram.
"Estamos a tomar a iniciativa, estamos a atacar e criámos três cinturões de segurança em território inimigo. Na Síria, desde o topo do Monte Hermon até Yarmouk. Em Gaza, em mais de metade da Faixa", referindo-se ao destacamento de tropas ao longo da Linha Amarela, medida que devia ser temporária no âmbito do acordo de cessar-fogo em vigor.
"O Irão já não é o mesmo Irão, o Hezbollah já não é o mesmo e o Hamas já não é o mesmo Hamas. Já não são exércitos terroristas que ameaçam a nossa existência; são inimigos derrotados que lutam pela sua sobrevivência", salientou Netanyahu, citado pela agência noticiosa espanhola EFE.