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Omã pede a Teerão e EUA "concessões dolorosas" para fazer avançar negociações
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã sugeriu hoje ao Irão e aos Estados Unidos que façam "concessões dolorosas" para levar as negociações a bom termo, apelando simultaneamente a "uma prorrogação do cessar-fogo".
"Para ter sucesso, cada um terá talvez de fazer concessões dolorosas, mas isso não é nada comparado com a dor do fracasso e da guerra", afirmou Badr al-Busaidi na rede social X, algumas horas após o fracasso das negociações entre as duas partes durante uma reunião no Paquistão.
"Exorto veementemente a que o cessar-fogo seja prolongado e que as conversações prossigam", escreveu ainda o ministro de Omã, que tinha mediado outras discussões entre Teerão e Washington antes do início da guerra.
Um dos principais pontos de discórdia entre Teerão e Washington é em torno do estreito de Ormuz.
Uma das condições que Teerão levou para as negociações em Islamabad foi a da manutenção do controlo do estreito e cobrança de taxas à navegação, a dividir com Omã, na outra margem de Ormuz.
"Para ter sucesso, cada um terá talvez de fazer concessões dolorosas, mas isso não é nada comparado com a dor do fracasso e da guerra", afirmou Badr al-Busaidi na rede social X, algumas horas após o fracasso das negociações entre as duas partes durante uma reunião no Paquistão.
"Exorto veementemente a que o cessar-fogo seja prolongado e que as conversações prossigam", escreveu ainda o ministro de Omã, que tinha mediado outras discussões entre Teerão e Washington antes do início da guerra.
Um dos principais pontos de discórdia entre Teerão e Washington é em torno do estreito de Ormuz.
Uma das condições que Teerão levou para as negociações em Islamabad foi a da manutenção do controlo do estreito e cobrança de taxas à navegação, a dividir com Omã, na outra margem de Ormuz.
Lusa