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OMS pede proteção para as infraestruturas de saúde do Líbano
O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) apelou “à proteção imediata das instalações de saúde, profissionais de saúde, ambulâncias e doentes” em todo o Líbano, no meio dos ataques de Israel.
O diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou que “um dos hospitais de referência para cuidados de trauma mais movimentados” no sul do Líbano, o Hospital Governamental de Tebnine, foi “danificado” em dois ataques nos dias 12 e 14 de abril.
“A OMS registou 133 ataques a serviços de saúde, com 88 mortos e 206 feridos”, desde o início do retomar das hostilidades entre Israel e o grupo libanês Hezbollah, a 2 de março.
Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, “quinze hospitais e sete centros de cuidados de saúde primários foram danificados, e cinco hospitais e 56 centros de cuidados de saúde primários foram encerrados”.
A OMS apelou ainda ao “acesso humanitário seguro, contínuo e irrestrito em todo o Líbano, para que os serviços essenciais possam ser prestados sem demora e sem riscos para quem presta ou recebe cuidados”.
O diretor-geral Tedros Adhanom Ghebreyesus afirmou que “um dos hospitais de referência para cuidados de trauma mais movimentados” no sul do Líbano, o Hospital Governamental de Tebnine, foi “danificado” em dois ataques nos dias 12 e 14 de abril.
Numa publicação nas redes sociais, disse que pelo menos 11 funcionários ficaram feridos e que as urgências e os seus equipamentos foram destruídos. Ghebreyesus acrescentou que a “farmácia e os ambulatórios do hospital também foram danificados”.#Lebanon’s Tebnine Government Hospital, one of the busiest trauma management hospitals in the south, was damaged due to two consecutive strikes closeby on 12 and 14 April.
— Tedros Adhanom Ghebreyesus (@DrTedros) April 15, 2026
11 workers were injured and the emergency department, including critical equipment such as ventilators,… pic.twitter.com/FxrmxiGcmu
“A OMS registou 133 ataques a serviços de saúde, com 88 mortos e 206 feridos”, desde o início do retomar das hostilidades entre Israel e o grupo libanês Hezbollah, a 2 de março.
Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, “quinze hospitais e sete centros de cuidados de saúde primários foram danificados, e cinco hospitais e 56 centros de cuidados de saúde primários foram encerrados”.
A OMS apelou ainda ao “acesso humanitário seguro, contínuo e irrestrito em todo o Líbano, para que os serviços essenciais possam ser prestados sem demora e sem riscos para quem presta ou recebe cuidados”.