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ONU condena ameaças de Israel ao Líbano com referência a Gaza
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos considera "inaceitáveis" as afirmações do ministro israelita das Finanças sobre os bombardeamentos a sul de Beirute. Bezalel Smotrich ameaçou, no início do mês, reservar ao bastião do Hezbollah xiita libanês o mesmo destino da Faixa de Gaza.
"As declarações de responsáveis israelitas a ameaçar impor ao Líbano o mesmo nível de destruição de Gaza são totalmente inaceitáveis", declarou o porta-voz do Alto Comissariado, Thameen Al-Kheetan, durante uma conferência de imprensa em Genebra."Em breve, Dahiyeh (subúrbio a sul de Beirute) vai parecer-se com Khan Younis", clamou a 5 de março, no Telegram, Bezalel Smotrich, ministro das Finanças e figura da extrema-direita israelita no Executivo de Benjamin Netanyahu.
As contínuas vagas de bombardeamentos israelitas sobre o Líbano, no contexto da ofensiva contra o Irão, causaram já 886 mortos, incluindo 111 crianças e 38 profissionais médicos, de acordo com o Ministério libanês da Saúde.
"Em numerosos casos, os ataques aéreos israelitas destruíram imóveis residenciais inteiros em meio urbano denso, matando frequentemente vários membros de uma família, incluindo mulheres e crianças", frisou ainda o porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.
"Tais ataques levantam graves preocupações no que diz respeito ao Direito Internacional Humanitário. As pessoas deslocadas pelos combates e a viver em dentes ao longo da frente de mar de Beirute foram igualmente atingidas".
"As declarações de responsáveis israelitas a ameaçar impor ao Líbano o mesmo nível de destruição de Gaza são totalmente inaceitáveis", declarou o porta-voz do Alto Comissariado, Thameen Al-Kheetan, durante uma conferência de imprensa em Genebra."Em breve, Dahiyeh (subúrbio a sul de Beirute) vai parecer-se com Khan Younis", clamou a 5 de março, no Telegram, Bezalel Smotrich, ministro das Finanças e figura da extrema-direita israelita no Executivo de Benjamin Netanyahu.
As contínuas vagas de bombardeamentos israelitas sobre o Líbano, no contexto da ofensiva contra o Irão, causaram já 886 mortos, incluindo 111 crianças e 38 profissionais médicos, de acordo com o Ministério libanês da Saúde.
"Em numerosos casos, os ataques aéreos israelitas destruíram imóveis residenciais inteiros em meio urbano denso, matando frequentemente vários membros de uma família, incluindo mulheres e crianças", frisou ainda o porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.
"Tais ataques levantam graves preocupações no que diz respeito ao Direito Internacional Humanitário. As pessoas deslocadas pelos combates e a viver em dentes ao longo da frente de mar de Beirute foram igualmente atingidas".