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Países europeus resistem ao pedido de Trump para ajudar a desobstruir o Estreito de Ormuz
A Itália é o mais recente país europeu (depois do Reino Unido, Alemanha e Grécia) a reagir com cautela à exigência de Donald Trump de que os aliados ajudem a abrir o Estreito de Ormuz.
O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, disse aos jornalistas em Bruxelas que a Itália apoia o reforço das missões navais da UE no Mar Vermelho.
“No entanto, não creio que estas missões possam ser alargadas para incluir o Estreito de Ormuz, especialmente porque são missões anti pirataria e defensivas”, acrescentou.
Já o vice-primeiro-ministro do Luxemburgo, Xavier Bettel, disse que o seu país não cederá à “chantagem” dos EUA para entrar na guerra. “Com os satélites, com as comunicações, teremos muito gosto em ser úteis. Mas não nos peçam tropas e máquinas”.
O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, disse aos jornalistas em Bruxelas que a Itália apoia o reforço das missões navais da UE no Mar Vermelho.
“No entanto, não creio que estas missões possam ser alargadas para incluir o Estreito de Ormuz, especialmente porque são missões anti pirataria e defensivas”, acrescentou.
Já o vice-primeiro-ministro do Luxemburgo, Xavier Bettel, disse que o seu país não cederá à “chantagem” dos EUA para entrar na guerra. “Com os satélites, com as comunicações, teremos muito gosto em ser úteis. Mas não nos peçam tropas e máquinas”.