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Paulo Rangel condena ataques a Omã e Jordânia
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, falou hoje com os homólogos de Omã e da Jordânia e condenou os ataques do Irão aos respetivos países.
Paulo Rangel esteve em contacto com o homólogo jordano, Ayman Safadi, e durante a conversa agradeceu a atenção dada aos portugueses deslocados e expressou a "total solidariedade de Portugal" face aos ataques do Irão à Jordânia, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros português na rede social X.
Numa segunda publicação, o mesmo ministério afirmou que Paulo Rangel conversou também com o ministério dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr al-Busaidi, e que condenou "sem reservas" os ataques iranianos ao país que tem mediado as negociações sobre o programa nuclear iraniano com os Estados Unidos.
O ministro "exprimiu a solidariedade de Portugal e o desejo de que as conversações possam ser retomadas em breve", acrescentou o ministério também no X.
No sábado o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomendou aos portugueses que estão na região do Médio Oriente que cumpram as recomendações das autoridades locais, permaneçam em casa, e que, em caso de emergência, contactem as embaixadas ou consulados.
Paulo Rangel esteve em contacto com o homólogo jordano, Ayman Safadi, e durante a conversa agradeceu a atenção dada aos portugueses deslocados e expressou a "total solidariedade de Portugal" face aos ataques do Irão à Jordânia, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros português na rede social X.
Numa segunda publicação, o mesmo ministério afirmou que Paulo Rangel conversou também com o ministério dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr al-Busaidi, e que condenou "sem reservas" os ataques iranianos ao país que tem mediado as negociações sobre o programa nuclear iraniano com os Estados Unidos.
O ministro "exprimiu a solidariedade de Portugal e o desejo de que as conversações possam ser retomadas em breve", acrescentou o ministério também no X.
No sábado o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomendou aos portugueses que estão na região do Médio Oriente que cumpram as recomendações das autoridades locais, permaneçam em casa, e que, em caso de emergência, contactem as embaixadas ou consulados.