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PCP avisa que insistir no pacote laboral vai levar à derrota do Governo
O secretário-geral do PCP acredita que “o país está pior, está ainda mais injusto, mais desigual, está ainda mais dependente. É este o estado da nação”.
Paulo Raimundo quer saber “qual é a pressa” na reforma do Estado.
“Porque é que o senhor primeiro-ministro está a pôr a sua cabeça no cepo para cumprir compromissos com grandes grupos económicos? Será que já percebeu que quanto mais a sua política avança maior é a contestação e mais isolado fica?”, pergunta.
Sobre os exames nacionais, diz que “quanto mais o ministro da Educação fala, mais se justifica o debate que vamos ter aqui amanhã por iniciativa do PCP”.
O comunista avisa ainda que se o primeiro-ministro “insistir com o pacote laboral está a cavar aquilo que é inevitável, que é a vossa derrota social e política”.
Paulo Raimundo quer saber “qual é a pressa” na reforma do Estado.
“Porque é que o senhor primeiro-ministro está a pôr a sua cabeça no cepo para cumprir compromissos com grandes grupos económicos? Será que já percebeu que quanto mais a sua política avança maior é a contestação e mais isolado fica?”, pergunta.
Sobre os exames nacionais, diz que “quanto mais o ministro da Educação fala, mais se justifica o debate que vamos ter aqui amanhã por iniciativa do PCP”.
O comunista avisa ainda que se o primeiro-ministro “insistir com o pacote laboral está a cavar aquilo que é inevitável, que é a vossa derrota social e política”.