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Pezeshkian. Confronto é “fútil”
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, apelou a uma mudança de postura dos EUA, abandonando o confronto com Teerão e questionando tanto as prioridades políticas de Washington como a “máquina de desinformação” sobre o seu país.
“Será que ‘America First’ está realmente entre as prioridades do governo norte-americano hoje?”, questionou Pezeshkian.
Exortou ainda os americanos a julgarem o Irão pelas experiências daqueles que visitaram a nação de cerca de 90 milhões de habitantes e pelas conquistas dos imigrantes iranianos.
“Observem os muitos imigrantes iranianos bem-sucedidos — educados no Irão — que agora lecionam e conduzem investigação nas universidades mais prestigiadas do mundo, ou contribuem para as empresas tecnológicas mais avançadas do Ocidente. Estas realidades condizem com as distorções que lhes são contadas sobre o Irão e o seu povo?”, questionou.
Pezeshkian afirmou que “o mundo está numa encruzilhada” e defendeu que continuar no caminho da hostilidade em relação ao Irão é “mais custoso e inútil do que nunca”.
Descreveu a escolha entre o confronto e o diálogo como “real e consequente”, alertando que o seu resultado “moldará o futuro das próximas gerações”.
“Será que ‘America First’ está realmente entre as prioridades do governo norte-americano hoje?”, questionou Pezeshkian.
Exortou ainda os americanos a julgarem o Irão pelas experiências daqueles que visitaram a nação de cerca de 90 milhões de habitantes e pelas conquistas dos imigrantes iranianos.
“Observem os muitos imigrantes iranianos bem-sucedidos — educados no Irão — que agora lecionam e conduzem investigação nas universidades mais prestigiadas do mundo, ou contribuem para as empresas tecnológicas mais avançadas do Ocidente. Estas realidades condizem com as distorções que lhes são contadas sobre o Irão e o seu povo?”, questionou.
Pezeshkian afirmou que “o mundo está numa encruzilhada” e defendeu que continuar no caminho da hostilidade em relação ao Irão é “mais custoso e inútil do que nunca”.
Descreveu a escolha entre o confronto e o diálogo como “real e consequente”, alertando que o seu resultado “moldará o futuro das próximas gerações”.