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Porta-aviões norte-americano USS Ford deixa o Mediterrâneo
O porta-aviões norte-americano USS Gerald Ford deixou o Mediterrâneo esta quarta-feira, segundo o site de rastreamento marítimo MarineTraffic. Esta partida reduz a capacidade militar dos EUA no Médio Oriente, no meio de uma frágil trégua com o Irão.
Imagens captadas por fotógrafos amadores e publicadas nas redes sociais mostram o navio norte-americano, o maior porta-aviões do mundo, a navegar pelo estreito de Gibraltar em direção a oeste com várias dezenas de caças no seu convés de voo.
O USS Gerald Ford esteve no mar durante mais de dez meses, o mais longo período de um porta-aviões norte-americano em operação desde o fim da Guerra Fria, de acordo com o Instituto Naval dos EUA.
Este mais recente porta-aviões norte-americano deverá regressar a Norfolk, o seu porto de origem na Virgínia, na costa leste dos EUA, segundo relatos do Wall Street Journal e do Washington Post.
Cerca de vinte navios de guerra norte-americanos, incluindo os porta-aviões USS Abraham Lincoln e USS George Bush, continuam em operação na região, disse um responsável norte-americano à AFP na sexta-feira.
Antes de ser enviado para o Médio Oriente e participar na luta contra o Irão, o USS Gerald Ford contribuiu para as operações americanas nas Caraíbas, onde Washington conduziu uma intensa campanha de ataques aéreos contra navios alegadamente envolvidos no tráfico de droga, apreendeu petroleiros sob sanções e, principalmente, capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro.
O imponente navio foi redirecionado por Donald Trump para o Médio Oriente em meados de fevereiro. No final de março, fez uma breve escala no porto da Croácia para manutenção, após um incêndio na lavandaria principal, duas semanas antes, que feriu dois marinheiros.
Imagens captadas por fotógrafos amadores e publicadas nas redes sociais mostram o navio norte-americano, o maior porta-aviões do mundo, a navegar pelo estreito de Gibraltar em direção a oeste com várias dezenas de caças no seu convés de voo.
O USS Gerald Ford esteve no mar durante mais de dez meses, o mais longo período de um porta-aviões norte-americano em operação desde o fim da Guerra Fria, de acordo com o Instituto Naval dos EUA.
Este mais recente porta-aviões norte-americano deverá regressar a Norfolk, o seu porto de origem na Virgínia, na costa leste dos EUA, segundo relatos do Wall Street Journal e do Washington Post.
Cerca de vinte navios de guerra norte-americanos, incluindo os porta-aviões USS Abraham Lincoln e USS George Bush, continuam em operação na região, disse um responsável norte-americano à AFP na sexta-feira.
Antes de ser enviado para o Médio Oriente e participar na luta contra o Irão, o USS Gerald Ford contribuiu para as operações americanas nas Caraíbas, onde Washington conduziu uma intensa campanha de ataques aéreos contra navios alegadamente envolvidos no tráfico de droga, apreendeu petroleiros sob sanções e, principalmente, capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro no início de janeiro.
O imponente navio foi redirecionado por Donald Trump para o Médio Oriente em meados de fevereiro. No final de março, fez uma breve escala no porto da Croácia para manutenção, após um incêndio na lavandaria principal, duas semanas antes, que feriu dois marinheiros.