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Portugal e mais oito países do sul da UE pedem trégua efetiva no Líbano e em toda a região
Os Estados-Membros do sul da União Europeia (MED9), entre os quais Portugal, congratularam-se hoje com o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão e apelaram ao cumprimento do mesmo em todo o Médio Oriente, incluindo no Líbano.
Num comunicado conjunto, os países MED9 apelam a "uma desescalada sustentada" e ao cumprimento da trégua em toda a região, incluindo no Líbano, para se poder "avançar nas negociações rumo a uma paz duradoura e sustentável".
"Preocupa-nos profundamente que, infelizmente, a violência continue em grande escala", acrescentaram os nove países (Chipre, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Itália, Malta e Portugal).
Os ministros dos Negócios Estrangeiros ou seus representantes dos MED9, reuniram-se durante o dia em Split, na Croácia, na presença da comissária para o Mediterrâneo, Dubravka Suica, para abordar a situação de instabilidade na região mediterrânica e debater questões de segurança marítima, económica e energética.
O conflito, refere o comunicado final, é "inaceitável" e "pode deteriorar-se ainda mais, com repercussões importantes para a paz e a segurança regionais e mundiais".
Num comunicado conjunto, os países MED9 apelam a "uma desescalada sustentada" e ao cumprimento da trégua em toda a região, incluindo no Líbano, para se poder "avançar nas negociações rumo a uma paz duradoura e sustentável".
"Preocupa-nos profundamente que, infelizmente, a violência continue em grande escala", acrescentaram os nove países (Chipre, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Itália, Malta e Portugal).
Os ministros dos Negócios Estrangeiros ou seus representantes dos MED9, reuniram-se durante o dia em Split, na Croácia, na presença da comissária para o Mediterrâneo, Dubravka Suica, para abordar a situação de instabilidade na região mediterrânica e debater questões de segurança marítima, económica e energética.
O conflito, refere o comunicado final, é "inaceitável" e "pode deteriorar-se ainda mais, com repercussões importantes para a paz e a segurança regionais e mundiais".
As partes envolvidas devem respeitar o Direito Internacional, incluindo os princípios da Carta das Nações Unidas ou o Direito Internacional do Mar, "especialmente no que diz respeito à segurança marítima e ao respeito pela liberdade de navegação, incluindo a passagem em trânsito pelo Estreito de Ormuz", adianta.
Lusa